teatro Archives | Escola de Teatro Célia Helena https://celiahelena.com.br/tag/teatro/ Fri, 16 Aug 2024 15:45:52 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 https://antigo.celiahelena.com.br/wp-content/uploads/2014/10/cropped-favicon-32x32.png teatro Archives | Escola de Teatro Célia Helena https://celiahelena.com.br/tag/teatro/ 32 32 Professor do Célia Helena encerra o XV Festival de Teatro de Fortaleza com lançamento de livro e estreia de peça https://antigo.celiahelena.com.br/2024/08/14/professor-do-celia-helena-encerra-o-xv-festival-de-teatro-de-fortaleza-com-lancamento-de-livro-e-estreia-de-peca/ Thu, 15 Aug 2024 02:02:58 +0000 https://celiahelena.com.br/?page_id=30323 Nosso professor dos cursos de Graduação e Mestrado e coordenador da Pós-Graduação em Dramaturgia Marcos Barbosa é o autor do livro “Um Evangelho de José”, que serviu de base para a peça “Um homem chamado José”, de Otacílio Alacran. Ambas as obras tiveram suas estreias no encerramento do XV Festival de Teatro de Fortaleza no dia 21 de junho de […]

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Nosso professor dos cursos de Graduação e Mestrado e coordenador da Pós-Graduação em Dramaturgia Marcos Barbosa é o autor do livro “Um Evangelho de José”, que serviu de base para a peça “Um homem chamado José”, de Otacílio Alacran. Ambas as obras tiveram suas estreias no encerramento do XV Festival de Teatro de Fortaleza no dia 21 de junho de 2024. O livro foi publicado pela editora Escola Superior de Artes Célia Helena.

Capa do livro “Um Evangelho de José”, de Marcos Barbosa

Sinopse 

Nascido em uma comunidade rural muito conservadora, José enfrenta as más línguas para se juntar com Maria, uma mulher grávida, que se recusa a revelar quem é o pai biológico da criança. José tenta, como pode, criar o filho dentro de um modelo diferente de afeto e de masculinidade, mas entra crise quando começa a se perguntar se sua possível leniência na criação de Emanuel teria resultado na formação de um jovem desrespeitoso, sem regras. Incapaz de dialogar com o filho, José pede que Emanuel saia de casa e, a partir daí, passa a penar com notícias cada vez mais preocupantes de que o rapaz estaria liderando um grupo de ação direta, atacando instituições como bancos e igrejas.

Depoimento de Marcos Barbosa sobre o livro

“Muitos anos atrás, concebi um projeto dramatúrgico que pretendia cruzar as narrativas dos Evangelhos canônicos e elementos de liturgia eucarística com as biografias de quatro religiosos cujas histórias de vida, a meu ver, traduziriam de modo exemplar algumas das linhas tensas armadas entre o exercício da fé cristã e a ação social direta: Antônio Conselheiro, Padre Cícero, Dom Helder Câmara e Frei Tito – todos nascidos no estado do Ceará. O projeto pouco avançou. Nunca passei dos  esboços ou das primeiras anotações e, provavelmente, não teria voltado a criar nesse universo, não fosse Otacílio Alacran me procurar, durante a quaresma de 2023, convidando-me a escrever um texto em primeira voz, uma memória da Paixão pelo testemunho de José. Foi assim que começou este livro. – O livro serviu de base para a peça ‘Um homem chamado José’”.

A estreia da peça “Um homem chamado José” e o lançamento do livro “Um Evangelho de José” marcaram o encerramento do XV Festival de Teatro de Fortaleza no tradicional teatro cearense Teatro São José.

Conversamos com Marcos Barbosa sobre isso:

Célia Helena: Qual foi a sensação de ver a história do livro nos palcos?

Marcos Barbosa: É importantíssimo, agora, narrar a mensagem dos Evangelhos, ou seja, é preciso que essa história seja transformada em uma experiência, em uma aprendizagem para a vida. Mais que isso, é preciso ritualizar a mensagem dos Evangelhos, para que essa história deixe de ser apenas um vislumbre e passe a ser algo marcado em nossos corpos, através de uma presença compartilhada, comunitária. Sem isso, tudo que resta dos Evangelhos é uma repetição esvaziada de palavras, por vezes com vocação criminosa.
Repare com que frequência vemos políticos e líderes religiosos repetirem “Conhecei a verdade e a verdade vos libertará.” O que quer dizer isso, afinal? Essas palavras estão no Evangelho de João, no mesmo capítulo em que Jesus impede o apedrejamento de uma mulher acusada de adultério e em que Jesus declara aos fariseus: “eu não julgo ninguém”.
É preciso narrar e ritualizar a mensagem dos Evangelhos para que a gente possamos experimentar, na carne, de que verdade e de que liberdade tratam, por exemplo, o Evangelho de João. Por isso é sempre emocionante ver “Um homem chamado José” no palco.

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Manoel Candeias Participa de Residência Artística na Áustria pelo Programa Culture Moves Europe https://antigo.celiahelena.com.br/2024/06/01/manoel-candeias-participa-de-residencia-artistica-na-austria-pelo-programa-culture-moves-europe/ Sat, 01 Jun 2024 22:30:42 +0000 https://celiahelena.com.br/?p=27632 Manoel Candeias, professor da Graduação, foi selecionado para participar do programa Culture Moves Europe, financiado pela União Europeia e pelo Goethe-Institut. Ele realizará uma residência artística de dois meses no Wiener Wortstätten, um centro de dramaturgia em Viena. O centro promove novos autores teatrais através de intercâmbio, publicações, leituras encenadas e montagens de dramaturgia contemporânea.

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Manoel Candeias Participa de Residência Artística na Áustria pelo Programa Culture Moves Europe

Como ocorreu essa seleção para o programa Culture Moves Europe?

Manoel Candeias: O programa abre chamada para artistas e profissionais da cultura de toda a União Europeia que queiram se candidatar com um projeto de mobilidade para outro país, nas áreas de música, literatura, arquitetura, artes performativas, patrimônio cultural, design, design de moda e artes visuais. Uma comissão contratada por eles avalia as propostas e as que tiverem melhor pontuação recebem o financiamento, oferecido pela União Europeia e pelo Goethe-Institut. Como atualmente tenho residência também em Portugal, pude me candidatar com um projeto de dois meses de trabalho junto a um centro de dramaturgia sediado em Viena, chamado Wiener Wortstätten. Para a minha alegria, o projeto foi aprovado e eu pude realizá-lo.

Poderia nos contar um pouco sobre a importância desse tipo de programa cultural e internacional para os dramaturgos contemporâneos?

Manoel Candeias: Entendo que quaisquer trocas de experiência e reflexões entre artistas são sempre muito importantes, porque ampliam o nosso olhar em diversos aspectos. A mobilidade internacional traz a possibilidade de fazermos isso com pessoas que atuam em contextos culturais diferentes do nosso. Isso é muito rico, tanto em termos estéticos e temáticos, quanto pela reflexão que possibilita sobre a situação do teatro e, nesse caso, mais especificamente da dramaturgia, nos diferentes contextos. O contraste entre os diferentes lugares nos ajuda a entender quem somos, quem é o outro e o que podemos pensar juntos, o que podemos ter de aprendizado dos dois lados, que tipo de ação pode ser adaptada, considerando as diferenças de cada meio, e assim por diante. Penso que seja importante entender qual tem sido o papel da dramaturgia nas diferentes sociedades, avaliar o que poderia ser feito de outra maneira em termos artísticos, em termos de produção, de política cultural, de mediação, para que haja um diálogo com um número maior de pessoas, com outras esferas sociais e assim por diante. Isso traz muitos ganhos para todas as partes e para o teatro, de modo geral. Pessoalmente, toda essa reflexão tem ainda interlocução com as minhas atividades de docência e de orientação de pesquisas no Célia, porque existem questões que atravessam tanto o fazer teatral de diferentes regiões do Brasil quanto de países europeus. É imprescindível considerar as diferenças sócio-histórico-políticas, econômicas e culturais entre os países (e suas regiões), mas mesmo com todas as nuances, o diálogo pode ser muito frutífero, ter respeito e aprendizado de todos os lados. Se a troca me leva a pensamentos que reverberam do lado de cá, o mesmo acontece com artistas internacionais com quem eu entro em contato, porque eu levo contribuições oriundas da experiência de teatro e dramaturgia do contexto brasileiro e, ainda que em menor medida, de Portugal.

Durante esses dois meses, você participou de encontros presenciais do Drama Lab e da Conferência Anual da Sociedade de Dramaturgia, como foram essas conversas?

Manoel Candeias:  O Drama Lab é um programa do Wiener Wortstätten para apoiar o desenvolvimento de novos textos dramatúrgicos. Eles fazem um processo seletivo para chegar a um grupo, em geral de 5 pessoas, que desenvolve um texto durante cerca de nove meses, com financiamento, diversos encontros de tutoria, concluindo-se com leituras encenadas, publicação e com a encenação de uma das peças. Eu participei dos encontros presenciais de tutoria, no qual lemos as peças no estágio em que estavam e fizemos comentários e sugestões sobre os caminhos que as autoras e o autor da edição atual podem seguir na conclusão de seus textos. Foi um processo muito interessante! Por um lado, para conhecer as obras em desenvolvimento, escritas por um grupo de jovens de países diferentes, lidando com temas candentes, muitos deles ligados à diversidade, cada qual à sua maneira. Por outro lado, pude conhecer sobre o modo de trabalho do Wiener Wortstätten, ouvir as opiniões das dramaturgas e do dramaturgo que fazem a tutoria, e até trocar impressões, a partir das diferenças entre as nossas perspectivas, por sermos de realidades diferentes. Para além desse trabalho sobre os textos, a programação de quatro dias inclui idas ao teatro e acaba tendo muitos momentos de conversa livre. É quando as trocas se intensificam e se ampliam para outros temas.

A conferência da Sociedade de Dramaturgia (Dramaturgische Gesellschaft) é muito rica, porque envolve pessoas de diferentes regiões da Alemanha e da Áustria, para além de algumas de outros países, com propostas de trabalho bastante diversas. Existem temas que norteiam a conferência e que acabam sendo expandidos e complementados por outros temas, nas questões levantadas em sessões de perguntas e respostas, nas conversas que acontecem entre as atividades e assim por diante. Então, cria-se um panorama amplo de discussão e um ambiente extremamente favorável à troca de reflexões e de ideias de ação, bem como um estímulo para a troca de contatos, para que a aproximação com pares continue depois de terminados os quatro dias de encontro.

Outro ponto importante é que as pessoas que participam da conferência atuam nas mais diversas funções, como escrita de dramaturgia, produção teatral, direção artística de teatro, direção cênica, responsáveis por editoras que publicam dramaturgia contemporânea, agentes, performers, entre outras. Essa diversidade é muito positiva para que o temas debatidos sejam vistos por diferentes perspectivas do campo das artes da cena e para que dali surjam propostas de ações ou projetos em comum.

Como foi sua experiência? Qual atividade mais te marcou durante essa residência artística?

Manoel Candeias: Foi uma experiência importantíssima, que me trouxe um aprendizado que vai muito além da racionalidade, do intelecto, que já foi enorme. Sinto que quando adentramos uma realidade cultural, aprendemos com todos os sentidos. Com a atmosfera, com os modos de agir e estar das pessoas, com a sonoridade, com o solo… com aspectos que o corpo sente e processa, enfim, não apenas por vias racionais. Tudo isso parece abrir novos canais de percepção da realidade e, por consequência, de criação artística. Eu diria que não houve uma atividade específica a ser destacada, mas o fato de eu encontrar pessoas extremamente dispostas a acolher novos pontos de vista foi marcante. Participei em todos os encontros de modo muito mais integrado do que eu esperava, porque estava como um visitante, que vem de um contexto muito diferente e não seguirá naquela realidade deles. Percebi que as pessoas de fato procuram interlocução nessas situações e encontrei também um interesse muito grande em saber como são as experiências teatrais de Portugal e Brasil, que eu conheço melhor. O interesse pelo que acontece no teatro brasileiro não me surpreende, obviamente, mas o fato de essa troca acontecer naquele contexto bastante específico do fazer teatral dos países de língua alemã foi algo que me marcou de maneira positiva. Penso que isso seria algo a ser destacado, entre tantas coisas, assim como as conversas periódicas que eu tive com o Bernhard Studlar, diretor e um dos fundadores do Wiener Wortstätten. Encontramo-nos muitas vezes entre esses e outros eventos, para debater ideias teatrais ligadas ou não a tais eventos, quase sempre em algum café qualquer, bem à moda tradicional de Viena. Foi uma troca muito rica para nós dois. Seja onde for, penso que seja muito importante que nós, artistas, tenhamos momentos de reflexão conjunta sobre estética, modos de trabalho, sociedade, políticas para a cultura etc.

Poderia contar sobre alguma experiência ou curiosidade que você descobriu/experienciou nesses encontros?

Manoel Candeias: Foram encontros que me abriram muitos horizontes, mas penso que um aspecto especialmente interessante a destacar é o fato de eu ter encontrado lá diversas inquietações semelhantes às que temos na sociedade e no teatro brasileiros, muito presentes inclusive nas minhas aulas na graduação e nas nossas pesquisas do mestrado e de Iniciação Científica. 

O tema principal da conferência da DG (Dramaturgische Gesellschaft) era a relação entre humor e classe, questionando-nos de que modo e quais seriam os eventuais limites para o uso da comicidade como meio para lidar com temáticas relacionadas a classes e grupos sociais, sobretudo os não dominantes. 

Adicionalmente, trazia um debate em torno da separação entre as ideias de “entretenimento” e “teatro sério”, um dilema que aparece muito também no teatro brasileiro, desde o século XIX até hoje, e que estudamos e debatemos nas aulas de História do Teatro Brasileiro, na graduação. 

Penso que seja sempre muito proveitoso poder fazer comparações para identificar o que aproxima e o que separa cada contexto no modo de lidar com questões semelhantes. Isso ajuda a entender as especificidades de cada época e lugar, e a considerar os caminhos a serem seguidos em termos de criação, produção e de ações concretas, pensando no teatro e em sua relação com seu tempo e espaço sócio-histórico-político. 

Outro ponto de conexão importante tem a ver com a busca por uma diversidade, por um reequilíbrio das desigualdades consagradas pela história. A maior parte das peças do Drama Lab, ou em cartaz em Viena, e muitos debates da conferência da DG (Dramaturgische Gesellschaft) procuram trazer à luz pontos de vista que sempre estiveram de alguma maneira à sombra (para usar um termo da Leda Maria Martins), em termos de diversidade de corpos. Foi importante observar como isso tem sido tratado artisticamente nos países de língua alemã, conhecendo, ao mesmo tempo, um pouco melhor sobre a estrutura do teatro feito em tais cenários. É imprescindível compreender as especificidades de cada contexto e relativizar os modos de cada lugar, mas quando o diálogo é interessado de ambos os lados, há, de fato, uma troca, não a sobreposição de uma cultura sobre a outra. Senti uma abertura muito grande, nesse sentido, em todas essas experiências. Isso contribui para um crescimento de ambos os lados da discussão e é fundamental, já que se tratam de questões que visam transformar nossa sociedade aqui e agora e que exigem de nós, portanto, uma revisão e um aprendizado constantes.

Como foi sua experiência? Qual atividade mais te marcou durante essa residência artística?

Manoel Candeias: Foi uma experiência importantíssima, que me trouxe um aprendizado que vai muito além da racionalidade, do intelecto, que já foi enorme. Sinto que quando adentramos uma realidade cultural, aprendemos com todos os sentidos. Com a atmosfera, com os modos de agir e estar das pessoas, com a sonoridade, com o solo… com aspectos que o corpo sente e processa, enfim, não apenas por vias racionais. Tudo isso parece abrir novos canais de percepção da realidade e, por consequência, de criação artística. 

Eu diria que não houve uma atividade específica a ser destacada, mas o fato de eu encontrar pessoas extremamente dispostas a acolher novos pontos de vista foi marcante. Participei em todos os encontros de modo muito mais integrado do que eu esperava, porque estava como um visitante, que vem de um contexto muito diferente e não seguirá naquela realidade deles. Percebi que as pessoas de fato procuram interlocução nessas situações e encontrei também um interesse muito grande em saber como são as experiências teatrais de Portugal e Brasil, que eu conheço melhor.

O interesse pelo que acontece no teatro brasileiro não me surpreende, obviamente, mas o fato de essa troca acontecer naquele contexto bastante específico do fazer teatral dos países de língua alemã foi algo que me marcou de maneira positiva. Penso que isso seria algo a ser destacado, entre tantas coisas, assim como as conversas periódicas que eu tive com o Bernhard Studlar, diretor e um dos fundadores do Wiener Wortstätten. Encontramo-nos muitas vezes entre esses e outros eventos, para debater ideias teatrais ligadas ou não a tais eventos, quase sempre em algum café qualquer, bem à moda tradicional de Viena. 

Foi uma troca muito rica para nós dois. Seja onde for, penso que seja muito importante que nós, artistas, tenhamos momentos de reflexão conjunta sobre estética, modos de trabalho, sociedade, políticas para a cultura etc. ◙ 

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Dia 14/03 às 19h, aula inaugural da Pós-graduação em Dramaturgia do Célia Helena, “Dramaturgia: dos palcos às telas”, com Luís Alberto de Abreu https://antigo.celiahelena.com.br/2023/03/09/aula-aberta-com-luis-alberto-de-abreu/ Thu, 09 Mar 2023 20:00:16 +0000 https://celiahelena.com.br/?p=17902 Dramaturgo e professor Luís Alberto de Abreu é autor de mais de setenta peças teatrais encenadas entre as quais Bella Ciao, A Guerra Santa, O livro de Jó, Um trem chamado desejo e Pagliacci.
Convidamos vocês para a palestra especial de abertura da nova turma da Pós-graduação em Dramaturgia do Célia Helena.

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Aula inaugural da Pós-graduação em Dramaturgia do Célia Helena, “Dramaturgia: dos palcos às telas”, com o dramaturgo, roteirista e professor de dramaturgia Luís Alberto de Abreu, um dos mais importantes autores em atividade no Brasil. 

A partir da sua experiência, Abreu irá discorrer sobre a dramaturgia dos palcos e das telas, refletindo sobre as escritas para o cinema, para o teatro e para a televisão.

Esta aula ocorrerá no próximo dia 14 de março, das 19h às 21h, via Zoom, e será aberta para o público em geral, com a mediação de Marcos Barbosa, um dos coordenadores do curso.

Ainda há vagas para a nova turma, que começa em 14 de março!  

Venham nos conhecer! 


SOBRE LUÍS ALBERTO DE ABREU

Dramaturgo, roteirista e professor de dramaturgia, Luís Alberto de Abreu é autor de mais de setenta peças teatrais encenadas entre as quais “Bella Ciao”, “A Guerra Santa”, “O livro de Jó”, “Um trem chamado desejo” e o “Projeto Comédia Popular Brasileira”com treze peças encenadas. Manteve parceira com o Teatro Balagan, sendo responsável pelas dramaturgias dos seguintes espetáculos: “Tauromaquia”, “Dies Irae” (do projeto Západ), “Recusa” e “Cabras”, este último juntamente com Maria Thaís Lima Santos. Em cinema realizou, numa parceria com Eliane Caffé, o roteiro dos filmes “Kenoma”, “Os narradores de Jav锓Sol do meio-dia” e “Era o Hotel Cambridge”. Co-roteirizou, com Luiz Fernando Carvalho, a microssérie “Hoje é dia de Maria”, “A Pedra do Reino”, “Alexandre e Outros Heróis”, e colaborou na roteirização da minissérie “Capitu” e na novela “Velho Chico”, veiculadas pela TV Globo. Idealizou a Escola Livre de Cinema de Santo André (SP), onde foi professor de roteiro. Organizou e coordenou o núcleo de Dramaturgia na Escola Livre de Teatro de Santo André e no Galpão Cine-Horto, de Belo Horizonte (MG). Recebeu os prêmios Molière, Mambembe, APCA, APETESP, Panamco e Shell, e teve peças encenadas na Inglaterra, Portugal, Japão, Coréia e Rússia.

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Confira a programação dos Exames Abertos 2022.1 https://antigo.celiahelena.com.br/2022/06/02/confira-a-programacao-dos-exames-abertos-2022-1/ Thu, 02 Jun 2022 16:12:35 +0000 https://www.celiahelena.com.br/?p=14997 Os exercícios abertos do Célia Helena Centro de Artes e Educação são espaços de amadurecimento de alunas e alunos por meio do compartilhamento das suas criações artísticas com a comunidade. Acompanhem toda a nossa programação 2022!

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COMUNICADO IMPORTANTE

O Comitê de Saúde do Governo de São Paulo, a partir da alta de 120% internações por COVID 19 no mês de maio, advertiu sobre a necessidade de uso de máscaras, inclusive, nos espaços abertos.
O Célia Helena, sempre zeloso pela segurança e bem-estar físico das pessoas, informa que recomenda o uso de máscaras durante o período das apresentações no Estúdio 444. Somente os atores permanecerão sem máscara.
Esclarece, ainda, que será solicitado, na entrada, o comprovante de vacinação.
Esperamos a compreensão de todos.


Os exercícios abertos do Célia Helena Centro de Artes e Educação são espaços de amadurecimento de alunas e alunos por meio do compartilhamento das suas criações artísticas com a comunidade. Familiares, amigos e público em geral podem acompanhar um conjunto de apresentações com diversidade de temas, histórias, modos de fazer e pensar a cena contemporânea. Apresentações sempre gratuitas e, neste momento recomendamos o uso de máscaras. As turmas que estão no início dos cursos (Técnico Profissionalizante e Graduação – Bacharelado e Licenciatura) apresentam-se nos espaços próprios da escola, visando um fortalecimento da sua prática em ambientes próximos e com os quais a intimidade se constrói no dia a dia das aulas. Os grupos que estão se formando participam de um trabalho final – Projetos de Encenação – onde um espetáculo é concebido em toda sua complexidade, preparando para o mercado atrizes e atores que pensam e entendem a arte como forma de expressão e modo de vida.

Acompanhem toda a nossa programação 2022.1 

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Em cartaz! https://antigo.celiahelena.com.br/2022/04/14/em_cartaz/ Thu, 14 Apr 2022 22:01:49 +0000 https://www.celiahelena.com.br/?p=14703 Vai ficar em São Paulo nesse feriado? Aproveite para ir ao teatro! Clique aqui e confira alguns dos nossos alunos que estão em cartaz.

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O teatro se reinventa e resiste! Após dois anos de isolamento social, o teatro retomou as atividades no formato presencial. E, para nossa felicidade e orgulho, nossos alunos e ex-alunos estão em cartaz! Vai ficar em São Paulo nesse feriado? Então aproveita para assistir esses espetáculos:

Um Inimigo do Povo

De Henrik Ibsen e direção de José Fernando Peixoto de Azevedo.

Em cartaz no Teatro Aliança Francesa, a peça conta a história de um médico que se vê em meio a uma trama de interesses econômicos e corrupção, quando descobre a contaminação das águas, numa cidade que vive de seu balneário e termas. As disputas se desdobram num conflito a um só tempo particular e público.

Serviço
Em cartaz até 1 de maio, de quinta a sábado, às 20h; e aos domingos, às 18h.
Teatro Aliança Francesa
Rua General Jardim, nº 182 – Vila Buarque
Duração: 180 minutos, com um intervalo de 15min.
Ingressos disponíveis na plataforma Sympla.


Rosas do Burgo Coração
Baseado na obra do autor Guimarães Rosa com direção de Kátia Klassen

A peça tem como ponto de partida diversas obras de Guimarães Rosa, com ênfase em Tutameia, a última publicação do escritor em vida. Deste livro, foram adaptadas cinco histórias com cinco personagens femininas, que serão trazidas ao palco propositadamente deslocadas da tradicional “geografia Roseana” para um ambiente urbano, enfatizando, dentre outros temas, questões relacionadas aos tipos de violências contra as mulheres, que infelizmente ainda ocorrem, independentemente de região do país.

Serviço
Em cartaz até 24 de abril, sábados às 20h e domingos às 19h.
Teatro Pequeno Ato
Rua Teodoro Baima, nº 78 – Vila Buarque
Duração: 60 minutos
Ingressos à venda na bilheteria do teatro e também disponíveis na plataforma Sympla

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Edital PIBIC – IC 2022-2023 https://antigo.celiahelena.com.br/2022/04/05/edital-pibic-2022/ Tue, 05 Apr 2022 17:42:16 +0000 https://www.celiahelena.com.br/?p=14631 Estão abertas as inscrições para o Programa de Iniciação Científica (IC-ESCH) e para o Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC-ESCH) até o dia 15 de maio!

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O Célia Helena Centro de Artes e Educação promove e estimula a pesquisa em seus diversos segmentos. As práticas criativas e o pensamento que delas surgem, geram novas práticas. Neste momento, publicamos o edital para alunos da graduação inscreverem projetos de iniciação científica. Esta ação estimula jovens pesquisadores a lançarem-se no mundo da investigação sobre o mundo do trabalho em que em breve estarão inseridos. Associada ao edital está uma das ações institucionais que estimula o acesso à formação: os melhores projetos, avaliados pelo Conselho de Professores, recebem o incentivo de um ano de bolsa.

Mais informações e detalhes sobre os programas podem ser encontrados no Edital IC-PIBIC ESCH 2022-2023.

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Espetáculo – Maria Thereza e Dener https://antigo.celiahelena.com.br/2022/03/31/peca-mariathereza-dener/ Thu, 31 Mar 2022 20:38:15 +0000 https://www.celiahelena.com.br/?p=14600 Está em cartaz o espetáculo "Maria Thereza e Dener". Escrito por José Eduardo Vendramini e dirigido por Ricardo Grasson no Teatro Eva Herz.

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Está em cartaz o espetáculo “Maria Thereza e Dener”. Escrito por José Eduardo Vendramini e dirigido por Ricardo Grasson no Teatro Eva Herz.

A peça conta a trajetória pouco conhecida da célebre primeira-dama Maria Thereza Goulart, esposa do ex-presidente João Goulart, e sua amizade com o famoso estilista Dener Pamplona de Abreu. Livremente inspirado no livro “Uma Mulher Vestida de Silêncio”, de Wagner William.

Serviço
Espetáculo Maria Thereza e Dener de José Eduardo Vendramini, com direção de Ricardo Grasson com Angela Dippe e Thiago Carreira.
De 16 de março a 28 de abril – Quartas e quintas, às 20h.
Classificação: 12 anos.
Duração: 70 minutos.
Teatro Eva Herz – Livraria Cultura do Conjunto Nacional – Avenida Paulista, 2073, Cerqueira César, São Paulo – SP.

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Lançamento do livro “Ruy Ohtake, arquiteto” https://antigo.celiahelena.com.br/2022/03/30/ruy-ohtake-lancamento/ Wed, 30 Mar 2022 20:02:32 +0000 https://www.celiahelena.com.br/?p=14584 Hoje, 30 de março de 2022, às 19h, será o lançamento do livro intitulado “Ruy Ohtake, arquiteto”, no Instituto Tomie Ohtake.

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Muitos conhecem o arquiteto e designer brasileiro Ruy Ohtake por sua relevância dentro da história da arte e arquitetura no Brasil e no mundo. O que poucos talvez saibam é que Ruy Ohtake projetou e construiu o Teatro-Escola Célia Helena, situado na Rua Barão de Iguape, 113, Liberdade – São Paulo – SP. A antiga fábrica de carimbos, fundada em 1912, foi transformada pelo arquiteto e deu lugar ao nosso primeiro espaço de formação.

Ruy, que deixou um legado imenso para nossa comunidade, faleceu em novembro de 2021, foi casado com a atriz Célia Helena e é pai da artista e professora Elisa Ohtake.

Hoje, 30 de março de 2022, às 19h, terá um livro lançado pelo Instituto Tomie Ohtake e pela editora Romano Guerra.

O livro, intitulado “Ruy Ohtake, arquiteto”, contará com aspectos que ainda não foram explorados em outras obras sobre ele. Foi organizado por Abilio Guerra e Silvana Romano com ensaios críticos de José Tabacow, Luís Antônio Jorge e Ruth Verde Zein e ensaios fotográficos de Antonio Saggese, Nelson Kon e Tatewaki Nio.

O livro já se encontra disponível para venda no site da editora.

Serviço:
Lançamento do livro “Ruy Ohtake, arquiteto”.
30 de março de 2022, às 19h.
Instituto Tomie Ohtake – Av. Brigadeiro Faria Lima, 201 – Pinheiros, São Paulo, SP.

(Foto: Divulgação)

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Célia Helena está de portas abertas em 2022 https://antigo.celiahelena.com.br/2022/03/23/ultima-chance-processo-seletivo/ Wed, 23 Mar 2022 21:34:28 +0000 https://www.celiahelena.com.br/?p=14522 Célia Helena está de portas abertas em 2022: formação profissional em artes da cena no Célia tem possibilidades diversas e proporciona a construção de uma trajetória artística sólida.

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Quem quer se preparar de maneira consistente para estar em cena, seja nas telas ou nos palcos, pode aproveitar e iniciar já o percurso de formação em artes cênicas. Com 40 anos de história, o Célia Helena está com processos seletivos abertos até 31 de março para os cursos de graduação (licenciatura e bacharelado) e profissionalizante.

Vale lembrar que ambas as opções dão direito ao DRT — o registro profissional que permite ao artista participar de montagens, produções ou demais processos, sem a necessidade de fazer avaliações externas ou pagar taxas adicionais. E nenhum dos cursos exige conhecimento prévio em Artes Cênicas.

A faculdade de teatro, que tem conceito máximo de ensino avaliado pelo Ministério da Educação, oferece um curso de nível superior, com um mergulho muito mais intenso nas artes cênicas.

Já o curso técnico pode acolher diferentes perfis e objetivos, de jovens saídos do ensino médio à adultos que desejam ingressar no mercado de trabalho, aprimorar seus conhecimentos na área ou abrir os horizontes para novos caminhos e experiências.

Os dois cursos têm em comum a flexibilidade: com professores ativos no mercado de trabalho. Uma boa vantagem de estudar no Célia Helena é, sem dúvidas, a rede de contatos, conhecer pessoas e abrir campos de diálogo profissional e artístico.

Com aulas teóricas e práticas, ambos os cursos oferecem conteúdos similares. A diferença — até mesmo pela carga horária maior — é que a graduação oferece uma visão mais aprofundada de cada tema.

Com o DRT em mãos e o diploma de uma instituição reconhecida, o profissional poderá participar de qualquer projeto artístico que tiver interesse. Estará apto a atuar no teatro, na TV, no cinema e em plataformas da web.

Além disso, aqueles que concluírem a graduação também têm a vantagem de poder seguir para uma pós-graduação ou mestrado em áreas afins, que a própria instituição oferece, para aprofundar seus conhecimentos ou construir uma carreira acadêmica.

Se ainda tiver dúvidas, saiba mais sobre a graduação e o curso profissionalizante.

 

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Participe da aula aberta Pós-graduação em Corpo: Dança, Teatro e Performance do Célia Helena com Deise de Brito https://antigo.celiahelena.com.br/2022/03/23/deise-de-brito/ Wed, 23 Mar 2022 20:46:42 +0000 https://www.celiahelena.com.br/?p=14516 Participe da aula aberta Pós-graduação em Corpo: Dança, Teatro e Performance do Célia Helena com Deise de Brito

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Convidamos vocês para Aula aberta da Pós-graduação em Corpo: Dança, Teatro e Performance do Célia Helena, com Deise de Brito.

Será na próxima terça, 29 de março, das 9h às 13h na Rua Armando Penteado, 311, Pacaembu.

A aula será gratuita. As inscrições para a Pós-graduação em Corpo: Dança, Teatro e Performance do Célia ainda estão abertas. Venham nos conhecer!


Foto: Gabriela Gil
Deise de Brito
Nordeste do Brasil. Baiana de Salvador, nascida e criada no Engenho Velho de Brotas.  Residente em São Paulo há 14 anos. Namora quadril, é artista da dança e do teatro, educadora e autora de livro didático (Artes Cênicas). Graduada em Teatro pela Universidade Federal da Bahia. Formada pela Escola de Dança da Fundação Cultural do Estado da Bahia. Mestra em Artes pela Escola de Comunicações e Artes da USP e Doutora em Artes pelo Instituto de Artes da UNESP. Professoreia como artista na Escola Municipal de Iniciação Artística de São Paulo (EMIA-SP).  É fundadora e componente do Núcleo Vênus Negra e co-fundadora e integrante da Ouvindo Passos Cia de Dança. Em 2019, recebeu o Prêmio Denilton Gomes na categoria “Olhares para as estéticas negras e de gênero na dança”. Desenvolve amores- pesquisas referentes a artistas negres a partir de diálogos entre corpo, ancestralidade, memória e arquivo, sendo idealizadora e coordenadora do site “Arquivos de Okan”.

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