Dramaturgia Archives | Escola de Teatro Célia Helena https://celiahelena.com.br/tag/dramaturgia/ Fri, 16 Aug 2024 15:45:52 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 https://antigo.celiahelena.com.br/wp-content/uploads/2014/10/cropped-favicon-32x32.png Dramaturgia Archives | Escola de Teatro Célia Helena https://celiahelena.com.br/tag/dramaturgia/ 32 32 Professor do Célia Helena encerra o XV Festival de Teatro de Fortaleza com lançamento de livro e estreia de peça https://antigo.celiahelena.com.br/2024/08/14/professor-do-celia-helena-encerra-o-xv-festival-de-teatro-de-fortaleza-com-lancamento-de-livro-e-estreia-de-peca/ Thu, 15 Aug 2024 02:02:58 +0000 https://celiahelena.com.br/?page_id=30323 Nosso professor dos cursos de Graduação e Mestrado e coordenador da Pós-Graduação em Dramaturgia Marcos Barbosa é o autor do livro “Um Evangelho de José”, que serviu de base para a peça “Um homem chamado José”, de Otacílio Alacran. Ambas as obras tiveram suas estreias no encerramento do XV Festival de Teatro de Fortaleza no dia 21 de junho de […]

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Nosso professor dos cursos de Graduação e Mestrado e coordenador da Pós-Graduação em Dramaturgia Marcos Barbosa é o autor do livro “Um Evangelho de José”, que serviu de base para a peça “Um homem chamado José”, de Otacílio Alacran. Ambas as obras tiveram suas estreias no encerramento do XV Festival de Teatro de Fortaleza no dia 21 de junho de 2024. O livro foi publicado pela editora Escola Superior de Artes Célia Helena.

Capa do livro “Um Evangelho de José”, de Marcos Barbosa

Sinopse 

Nascido em uma comunidade rural muito conservadora, José enfrenta as más línguas para se juntar com Maria, uma mulher grávida, que se recusa a revelar quem é o pai biológico da criança. José tenta, como pode, criar o filho dentro de um modelo diferente de afeto e de masculinidade, mas entra crise quando começa a se perguntar se sua possível leniência na criação de Emanuel teria resultado na formação de um jovem desrespeitoso, sem regras. Incapaz de dialogar com o filho, José pede que Emanuel saia de casa e, a partir daí, passa a penar com notícias cada vez mais preocupantes de que o rapaz estaria liderando um grupo de ação direta, atacando instituições como bancos e igrejas.

Depoimento de Marcos Barbosa sobre o livro

“Muitos anos atrás, concebi um projeto dramatúrgico que pretendia cruzar as narrativas dos Evangelhos canônicos e elementos de liturgia eucarística com as biografias de quatro religiosos cujas histórias de vida, a meu ver, traduziriam de modo exemplar algumas das linhas tensas armadas entre o exercício da fé cristã e a ação social direta: Antônio Conselheiro, Padre Cícero, Dom Helder Câmara e Frei Tito – todos nascidos no estado do Ceará. O projeto pouco avançou. Nunca passei dos  esboços ou das primeiras anotações e, provavelmente, não teria voltado a criar nesse universo, não fosse Otacílio Alacran me procurar, durante a quaresma de 2023, convidando-me a escrever um texto em primeira voz, uma memória da Paixão pelo testemunho de José. Foi assim que começou este livro. – O livro serviu de base para a peça ‘Um homem chamado José’”.

A estreia da peça “Um homem chamado José” e o lançamento do livro “Um Evangelho de José” marcaram o encerramento do XV Festival de Teatro de Fortaleza no tradicional teatro cearense Teatro São José.

Conversamos com Marcos Barbosa sobre isso:

Célia Helena: Qual foi a sensação de ver a história do livro nos palcos?

Marcos Barbosa: É importantíssimo, agora, narrar a mensagem dos Evangelhos, ou seja, é preciso que essa história seja transformada em uma experiência, em uma aprendizagem para a vida. Mais que isso, é preciso ritualizar a mensagem dos Evangelhos, para que essa história deixe de ser apenas um vislumbre e passe a ser algo marcado em nossos corpos, através de uma presença compartilhada, comunitária. Sem isso, tudo que resta dos Evangelhos é uma repetição esvaziada de palavras, por vezes com vocação criminosa.
Repare com que frequência vemos políticos e líderes religiosos repetirem “Conhecei a verdade e a verdade vos libertará.” O que quer dizer isso, afinal? Essas palavras estão no Evangelho de João, no mesmo capítulo em que Jesus impede o apedrejamento de uma mulher acusada de adultério e em que Jesus declara aos fariseus: “eu não julgo ninguém”.
É preciso narrar e ritualizar a mensagem dos Evangelhos para que a gente possamos experimentar, na carne, de que verdade e de que liberdade tratam, por exemplo, o Evangelho de João. Por isso é sempre emocionante ver “Um homem chamado José” no palco.

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Manoel Candeias Participa de Residência Artística na Áustria pelo Programa Culture Moves Europe https://antigo.celiahelena.com.br/2024/06/01/manoel-candeias-participa-de-residencia-artistica-na-austria-pelo-programa-culture-moves-europe/ Sat, 01 Jun 2024 22:30:42 +0000 https://celiahelena.com.br/?p=27632 Manoel Candeias, professor da Graduação, foi selecionado para participar do programa Culture Moves Europe, financiado pela União Europeia e pelo Goethe-Institut. Ele realizará uma residência artística de dois meses no Wiener Wortstätten, um centro de dramaturgia em Viena. O centro promove novos autores teatrais através de intercâmbio, publicações, leituras encenadas e montagens de dramaturgia contemporânea.

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Manoel Candeias Participa de Residência Artística na Áustria pelo Programa Culture Moves Europe

Como ocorreu essa seleção para o programa Culture Moves Europe?

Manoel Candeias: O programa abre chamada para artistas e profissionais da cultura de toda a União Europeia que queiram se candidatar com um projeto de mobilidade para outro país, nas áreas de música, literatura, arquitetura, artes performativas, patrimônio cultural, design, design de moda e artes visuais. Uma comissão contratada por eles avalia as propostas e as que tiverem melhor pontuação recebem o financiamento, oferecido pela União Europeia e pelo Goethe-Institut. Como atualmente tenho residência também em Portugal, pude me candidatar com um projeto de dois meses de trabalho junto a um centro de dramaturgia sediado em Viena, chamado Wiener Wortstätten. Para a minha alegria, o projeto foi aprovado e eu pude realizá-lo.

Poderia nos contar um pouco sobre a importância desse tipo de programa cultural e internacional para os dramaturgos contemporâneos?

Manoel Candeias: Entendo que quaisquer trocas de experiência e reflexões entre artistas são sempre muito importantes, porque ampliam o nosso olhar em diversos aspectos. A mobilidade internacional traz a possibilidade de fazermos isso com pessoas que atuam em contextos culturais diferentes do nosso. Isso é muito rico, tanto em termos estéticos e temáticos, quanto pela reflexão que possibilita sobre a situação do teatro e, nesse caso, mais especificamente da dramaturgia, nos diferentes contextos. O contraste entre os diferentes lugares nos ajuda a entender quem somos, quem é o outro e o que podemos pensar juntos, o que podemos ter de aprendizado dos dois lados, que tipo de ação pode ser adaptada, considerando as diferenças de cada meio, e assim por diante. Penso que seja importante entender qual tem sido o papel da dramaturgia nas diferentes sociedades, avaliar o que poderia ser feito de outra maneira em termos artísticos, em termos de produção, de política cultural, de mediação, para que haja um diálogo com um número maior de pessoas, com outras esferas sociais e assim por diante. Isso traz muitos ganhos para todas as partes e para o teatro, de modo geral. Pessoalmente, toda essa reflexão tem ainda interlocução com as minhas atividades de docência e de orientação de pesquisas no Célia, porque existem questões que atravessam tanto o fazer teatral de diferentes regiões do Brasil quanto de países europeus. É imprescindível considerar as diferenças sócio-histórico-políticas, econômicas e culturais entre os países (e suas regiões), mas mesmo com todas as nuances, o diálogo pode ser muito frutífero, ter respeito e aprendizado de todos os lados. Se a troca me leva a pensamentos que reverberam do lado de cá, o mesmo acontece com artistas internacionais com quem eu entro em contato, porque eu levo contribuições oriundas da experiência de teatro e dramaturgia do contexto brasileiro e, ainda que em menor medida, de Portugal.

Durante esses dois meses, você participou de encontros presenciais do Drama Lab e da Conferência Anual da Sociedade de Dramaturgia, como foram essas conversas?

Manoel Candeias:  O Drama Lab é um programa do Wiener Wortstätten para apoiar o desenvolvimento de novos textos dramatúrgicos. Eles fazem um processo seletivo para chegar a um grupo, em geral de 5 pessoas, que desenvolve um texto durante cerca de nove meses, com financiamento, diversos encontros de tutoria, concluindo-se com leituras encenadas, publicação e com a encenação de uma das peças. Eu participei dos encontros presenciais de tutoria, no qual lemos as peças no estágio em que estavam e fizemos comentários e sugestões sobre os caminhos que as autoras e o autor da edição atual podem seguir na conclusão de seus textos. Foi um processo muito interessante! Por um lado, para conhecer as obras em desenvolvimento, escritas por um grupo de jovens de países diferentes, lidando com temas candentes, muitos deles ligados à diversidade, cada qual à sua maneira. Por outro lado, pude conhecer sobre o modo de trabalho do Wiener Wortstätten, ouvir as opiniões das dramaturgas e do dramaturgo que fazem a tutoria, e até trocar impressões, a partir das diferenças entre as nossas perspectivas, por sermos de realidades diferentes. Para além desse trabalho sobre os textos, a programação de quatro dias inclui idas ao teatro e acaba tendo muitos momentos de conversa livre. É quando as trocas se intensificam e se ampliam para outros temas.

A conferência da Sociedade de Dramaturgia (Dramaturgische Gesellschaft) é muito rica, porque envolve pessoas de diferentes regiões da Alemanha e da Áustria, para além de algumas de outros países, com propostas de trabalho bastante diversas. Existem temas que norteiam a conferência e que acabam sendo expandidos e complementados por outros temas, nas questões levantadas em sessões de perguntas e respostas, nas conversas que acontecem entre as atividades e assim por diante. Então, cria-se um panorama amplo de discussão e um ambiente extremamente favorável à troca de reflexões e de ideias de ação, bem como um estímulo para a troca de contatos, para que a aproximação com pares continue depois de terminados os quatro dias de encontro.

Outro ponto importante é que as pessoas que participam da conferência atuam nas mais diversas funções, como escrita de dramaturgia, produção teatral, direção artística de teatro, direção cênica, responsáveis por editoras que publicam dramaturgia contemporânea, agentes, performers, entre outras. Essa diversidade é muito positiva para que o temas debatidos sejam vistos por diferentes perspectivas do campo das artes da cena e para que dali surjam propostas de ações ou projetos em comum.

Como foi sua experiência? Qual atividade mais te marcou durante essa residência artística?

Manoel Candeias: Foi uma experiência importantíssima, que me trouxe um aprendizado que vai muito além da racionalidade, do intelecto, que já foi enorme. Sinto que quando adentramos uma realidade cultural, aprendemos com todos os sentidos. Com a atmosfera, com os modos de agir e estar das pessoas, com a sonoridade, com o solo… com aspectos que o corpo sente e processa, enfim, não apenas por vias racionais. Tudo isso parece abrir novos canais de percepção da realidade e, por consequência, de criação artística. Eu diria que não houve uma atividade específica a ser destacada, mas o fato de eu encontrar pessoas extremamente dispostas a acolher novos pontos de vista foi marcante. Participei em todos os encontros de modo muito mais integrado do que eu esperava, porque estava como um visitante, que vem de um contexto muito diferente e não seguirá naquela realidade deles. Percebi que as pessoas de fato procuram interlocução nessas situações e encontrei também um interesse muito grande em saber como são as experiências teatrais de Portugal e Brasil, que eu conheço melhor. O interesse pelo que acontece no teatro brasileiro não me surpreende, obviamente, mas o fato de essa troca acontecer naquele contexto bastante específico do fazer teatral dos países de língua alemã foi algo que me marcou de maneira positiva. Penso que isso seria algo a ser destacado, entre tantas coisas, assim como as conversas periódicas que eu tive com o Bernhard Studlar, diretor e um dos fundadores do Wiener Wortstätten. Encontramo-nos muitas vezes entre esses e outros eventos, para debater ideias teatrais ligadas ou não a tais eventos, quase sempre em algum café qualquer, bem à moda tradicional de Viena. Foi uma troca muito rica para nós dois. Seja onde for, penso que seja muito importante que nós, artistas, tenhamos momentos de reflexão conjunta sobre estética, modos de trabalho, sociedade, políticas para a cultura etc.

Poderia contar sobre alguma experiência ou curiosidade que você descobriu/experienciou nesses encontros?

Manoel Candeias: Foram encontros que me abriram muitos horizontes, mas penso que um aspecto especialmente interessante a destacar é o fato de eu ter encontrado lá diversas inquietações semelhantes às que temos na sociedade e no teatro brasileiros, muito presentes inclusive nas minhas aulas na graduação e nas nossas pesquisas do mestrado e de Iniciação Científica. 

O tema principal da conferência da DG (Dramaturgische Gesellschaft) era a relação entre humor e classe, questionando-nos de que modo e quais seriam os eventuais limites para o uso da comicidade como meio para lidar com temáticas relacionadas a classes e grupos sociais, sobretudo os não dominantes. 

Adicionalmente, trazia um debate em torno da separação entre as ideias de “entretenimento” e “teatro sério”, um dilema que aparece muito também no teatro brasileiro, desde o século XIX até hoje, e que estudamos e debatemos nas aulas de História do Teatro Brasileiro, na graduação. 

Penso que seja sempre muito proveitoso poder fazer comparações para identificar o que aproxima e o que separa cada contexto no modo de lidar com questões semelhantes. Isso ajuda a entender as especificidades de cada época e lugar, e a considerar os caminhos a serem seguidos em termos de criação, produção e de ações concretas, pensando no teatro e em sua relação com seu tempo e espaço sócio-histórico-político. 

Outro ponto de conexão importante tem a ver com a busca por uma diversidade, por um reequilíbrio das desigualdades consagradas pela história. A maior parte das peças do Drama Lab, ou em cartaz em Viena, e muitos debates da conferência da DG (Dramaturgische Gesellschaft) procuram trazer à luz pontos de vista que sempre estiveram de alguma maneira à sombra (para usar um termo da Leda Maria Martins), em termos de diversidade de corpos. Foi importante observar como isso tem sido tratado artisticamente nos países de língua alemã, conhecendo, ao mesmo tempo, um pouco melhor sobre a estrutura do teatro feito em tais cenários. É imprescindível compreender as especificidades de cada contexto e relativizar os modos de cada lugar, mas quando o diálogo é interessado de ambos os lados, há, de fato, uma troca, não a sobreposição de uma cultura sobre a outra. Senti uma abertura muito grande, nesse sentido, em todas essas experiências. Isso contribui para um crescimento de ambos os lados da discussão e é fundamental, já que se tratam de questões que visam transformar nossa sociedade aqui e agora e que exigem de nós, portanto, uma revisão e um aprendizado constantes.

Como foi sua experiência? Qual atividade mais te marcou durante essa residência artística?

Manoel Candeias: Foi uma experiência importantíssima, que me trouxe um aprendizado que vai muito além da racionalidade, do intelecto, que já foi enorme. Sinto que quando adentramos uma realidade cultural, aprendemos com todos os sentidos. Com a atmosfera, com os modos de agir e estar das pessoas, com a sonoridade, com o solo… com aspectos que o corpo sente e processa, enfim, não apenas por vias racionais. Tudo isso parece abrir novos canais de percepção da realidade e, por consequência, de criação artística. 

Eu diria que não houve uma atividade específica a ser destacada, mas o fato de eu encontrar pessoas extremamente dispostas a acolher novos pontos de vista foi marcante. Participei em todos os encontros de modo muito mais integrado do que eu esperava, porque estava como um visitante, que vem de um contexto muito diferente e não seguirá naquela realidade deles. Percebi que as pessoas de fato procuram interlocução nessas situações e encontrei também um interesse muito grande em saber como são as experiências teatrais de Portugal e Brasil, que eu conheço melhor.

O interesse pelo que acontece no teatro brasileiro não me surpreende, obviamente, mas o fato de essa troca acontecer naquele contexto bastante específico do fazer teatral dos países de língua alemã foi algo que me marcou de maneira positiva. Penso que isso seria algo a ser destacado, entre tantas coisas, assim como as conversas periódicas que eu tive com o Bernhard Studlar, diretor e um dos fundadores do Wiener Wortstätten. Encontramo-nos muitas vezes entre esses e outros eventos, para debater ideias teatrais ligadas ou não a tais eventos, quase sempre em algum café qualquer, bem à moda tradicional de Viena. 

Foi uma troca muito rica para nós dois. Seja onde for, penso que seja muito importante que nós, artistas, tenhamos momentos de reflexão conjunta sobre estética, modos de trabalho, sociedade, políticas para a cultura etc. ◙ 

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Projeto Cena Transversa https://antigo.celiahelena.com.br/2021/04/15/projeto-cena-transversa/ Thu, 15 Apr 2021 21:05:45 +0000 https://www.celiahelena.com.br/?p=12227 Cena Transversa é um projeto de leituras dramáticas criado a partir de textos produzidos por discentes da pós-graduação em Dramaturgia do Célia Helena.
O projeto traduz a necessidade de experimentação da escrita dramatúrgica na proximidade da cena, com o intuito de amadurecer a noção de autoria.

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Cena Transversa é um projeto de leituras dramáticas criado a partir de textos produzidos por discentes da pós-graduação em Dramaturgia do Célia Helena.

O projeto traduz a necessidade de experimentação da escrita dramatúrgica na proximidade da cena, com o intuito de amadurecer a noção de autoria.

Para tanto, propõe-se uma ação integrada de criação cênica que envolve representantes de outros cursos do Célia Helena Centro de Artes e Educação, como o Curso Técnico, a Faculdade, a Pós em Atuação e Direção, a Pós em Corpo e o Mestrado Profissional em Artes da Cena, além do corpo docente da casa.

Cena Transversa, uma cena coletiva para uma arte transversa, terá sua segunda edição (on-line), nos dias 16 e 23 de abril, das 19h às 23h.

Veja a programação abaixo e inscreva-se:

Clique aqui para se inscrever 

FICHA TÉCNICA GERAL

Coordenação do Cena Transversa: Samir Yazbek.
Assistente de coordenação: Luciana Schwinden.
Coordenação da Pós em Dramaturgia: Marcos Barbosa e Samir Yazbek.
Coordenação geral da Pós-Graduação: Daves Otani.
Direção Artístico-Pedagógica da Escola Superior de Artes Célia Helena: Lígia Cortez.

16 DE ABRIL

ORDEM DE APRESENTAÇÕES:

1.Letycia Martins
2. Fabrício Branco
3. Eva Malta
4. Lucas Komechen
5. Moisés Villas Boas
6. Márcia Mendonça
7. Rafael Ortega
8. Paulo Rodrigues

Texto: A Roseira
Dramaturgia: Letícia Martins de Oliveira
Diretor e Professor: Clayton Nascimento
Atores: Jamile Guedes, Letycia Martins, Clayton Nascimento

Texto: Do Lado de Cá
Dramaturgia: Fabrício Branco
Direção: Márcia Mendonça
Elenco: Thiago Neves e Márcia Mendonça

Texto: A reconciliação
Dramaturgia: Eva Maia
Direção: Priscila Sarangi
Elenco: Zaqueu Machado e Vitória Cortez

Texto: Primal
Dramaturgia: Lucas Komechen
Direção: Carolina Cardinale
Elenco: Clayton Nascimento

Texto: Kátia Sanfona
Dramaturgia: Moisés Villas Boas
Direção: Felipe Salles
Elenco: Mica Ella, Rapha Adler, Vitória Bernardo, Stella Rea Barnabé, Pietro Alonso, Victor Moretti.
Participação especial: Laerte Mello

Texto: O Beijo em Preto e Branco
Dramaturgia: Márcia Alvarenga Mendonça
Encenação: Letycia Martins
Atrizes: Sueli Oliveira, Nani de Oliveira

Texto: A Herança de Nico
Dramaturgia: Rafael Ortega
Direção: Renan Beckman
Elenco: Leila de Noce, Luli Buratini, Maísa Amaral, Manoel Candeias, Rebecca Loise, Rogério Bandeira

Texto: Assombrados
Dramaturgia: Paulo Rodrigues
Direção: Laerte Mello
Elenco: Lana Gabriela Ghion, Cecília Parreira, Hugo Villavicenzio, Renan Beckman

DIA 23 DE ABRIL

ORDEM DE APRESENTAÇÕES:

1.Duda Paiva
2. Felipe Lins
3. Ana Souza
4. Julio Calasso
5. Raquel Foresti
6. Thiago Neves
7. Luciana Schwinden
8. Daniela Magro
9. Elton Hélio

Texto: O Velho e o Garoto
Autor: Duda Paiva
Direção: Zaqueu Machado
Elenco: Laerte Mello, Ju Navarro, Igor Donato

Texto: Por um Triz
Autor: Felipe Lins
Diretor: Amadeu Carvalho
Elenco: Nicolle Walter, Tita Couto, Gunter Kandler, Gustavo Merighi e Rodrigo Audi

Texto: Exercícios para Desaparecer
Autora: Ana de Fátima Sousa
Direção: Letícia Rodrigues
Elenco: Ana Tolezani, Duda Paiva, Laura Montemor, Fernanda Palhares, Ligia Cortez, Malu Leonel e Simoni Boer

Texto: Ano passado eu não morri, mas esse ano ainda não sei
Dramaturgia: Julio Calasso
Direção: Marcia Mendonça e Amadeu Carvalho
Elenco: Julio Calasso, Moisés Vilas Boas, Beth Pinn, Victor Araújo, Jamile Guedes, Letícia Rodrigues, Thiago Neves, Júlia Araújo, Amanda Ferraz, Isabella Christe, Jamile Guedes, Júlia Araújo Karine Louback, Patrícia Maruccio, Tassane Miyahara.

Texto: Quitérias
Dramaturgia Raquel Foresti
Diretora Carolina Cardinale
Atrizes:
Liliana: Talita Savio
Marina: Roberta Levy

Texto: Um encontro
Dramaturgia: Thiago Neves
Direção: Felipe Sales
Elenco: Bruno Fernandes, Stefanie Riedel

Texto: As Cinzas de Almeníade
Dramaturgia e Direção: Luciana Schwinden
Elenco: Luciana Schwinden e Rodrigo Audi

Texto: A história de Maria G.
Dramaturgia: Daniela Magro
Direção: Gustavo Merighi
Elenco: Márcia Marques, Raissa Costa, Yasmin Bata, Zaqueu Machado

Texto: Sobre Churras e Gente
Direção e Dramaturgia: Elton Helio
Elenco: Larissa da Matta, Bruno Stierli, Milena Pintari, Jéssica Lins, Miguel Melotti, Gabriel Frossard

 

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Entre: dramaturgismos https://antigo.celiahelena.com.br/2021/04/06/entre-dramaturgismos/ Tue, 06 Apr 2021 13:40:24 +0000 https://www.celiahelena.com.br/?p=12198 O Célia Helena Centro de Artes e Educação convida toda a comunidade a participar de importante evento sobre a dramaturgia e suas decorrências contemporâneas. Desde sempre o estudo da dramaturgia ocupa lugar central nas ações do Célia Helena, estimulando a criação, a prática pedagógica e o estudo constante da área. Ações potencializadas com a criação, em 2015, da Pós-graduação em Dramaturgia: cinema, teatro e TV, curso coordenado pelos dramaturgos Marcos Barbosa e Samir Yazbek, professores da Escola Superior de Artes Célia Helena.

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O Célia Helena Centro de Artes e Educação convida toda a comunidade a participar de importante evento sobre a dramaturgia e suas decorrências contemporâneas. Desde sempre o estudo da dramaturgia ocupa lugar central nas ações do Célia Helena, estimulando a criação, a prática pedagógica e o estudo constante da área. Ações potencializadas com a criação, em 2015, da Pós-graduação em Dramaturgia: cinema, teatro e TV, curso coordenado pelos dramaturgos Marcos Barbosa e Samir Yazbek, professores da Escola Superior de Artes Célia Helena.

entre: dramaturgismos convida o público a pensar a prática do dramaturgismo no teatro em diferentes contextos. O evento acontece on-line, entre 8 e 15 de abril, e é composto por três mesas de debates com convidadas e convidados do Brasil e da Alemanha, um espaço para compartilhamento de experiências e formação de redes e lançamento de uma publicação.

entre: que intitula o evento diz sobre o espaço limiar que o dramaturgismo ocupa no processo teatral, na intermediação de teoria e criação e de pesquisa e produção de sentido. Estar entre:  é também um convite a adentrar uma discussão ainda pouco desenvolvida em nosso meio. Com a combinação de debates, encontros e produção bibliográfica, o evento almeja instaurar campos de diálogo e redes de contato para que, dessa entrada, outros caminhos futuros possam surgir e se desenvolver, contribuindo assim para o fortalecimento e a ampliação do campo e, consequentemente, da criação e pesquisa em teatro.

Sobre o evento

A função do dramaturgista surge no contexto da estrutura teatral alemã, no século XVIII, com as investigações de Lessing sobre que caráter deveria assumir o teatro daquele país, e se desenvolve como uma espécie de crítica interna de processos de criação e da própria instituição teatral, ocupando um lugar limiar entre a criação artística e a teoria, a pesquisa e a crítica.

Com a finalidade de expandir a discussão de uma prática que vem, aos poucos, se tornando mais frequente e pesquisada no Brasil, o evento traz ao encontro do público – desde a perspectiva da sua atuação prática em processos de criação, ou das contribuições da teoria e da pesquisa para o campo, passando por iniciativas dedicadas à formação em dramaturgismo existentes no país, até a apresentação de aspectos do dramaturgismo pouco conhecidos em nosso contexto, porque distantes de nossa realidade (caso da sua prática no ambiente institucional e em teatros de repertório). 

De 8 a 15 de abril. Acesse o site para ver a Programação completa:

 https://www.goethe.de/ins/br/pt/kul/sup/edr.html

Organização: Instituto Goethe São Paulo em parceria com Antonio Duran, Micheli Rolim e Daniel Cordova,, entre os dias 8 e 15 de abril.

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Semana de encontros abertos da pós-graduação lato sensu do Célia Helena https://antigo.celiahelena.com.br/2021/02/12/semana-de-encontros-abertos-da-pos-graduacao-lato-sensu-do-celia-helena/ Fri, 12 Feb 2021 18:02:05 +0000 https://www.celiahelena.com.br/?p=11952 Encontros on-line, abertos ao público, com convidados especiais.

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Encontros on-line, abertos ao público, com convidados especiais.

Bete Dorgam em dois encontros lúdicos sobre o humor e suas possibilidades cênicas. O Cômico, as Máscaras (o palhaço e o bufão): pílulas teóricas e práticas em domicílio!

Braulio Mantovani discorrerá sobre as semelhanças e as diferenças entre o trabalho do dramaturgo e o do roteirista. Uma comparação entre escrever para teatro e cinema a partir de sua experiência profissional: Em seguida, no estilo Q&A, será proposto um bate-papo com os participantes.

Dani Lima compartilhará aspectos de sua trajetória artística e de seus processos criativos, abordando determinadas obras de sua autoria e em colaboração com outros artistas, dividindo seus temas de interesse no campo da Dança, Teatro e Performance.

Veja maiores detalhes abaixo.

Inscreva-se  

Pós em Direção e Atuação – encontro com Bete Dorgam
20 e 27 de fevereiro, das 11h às 13h30

Bete Dorgam é atriz e professora na Escola Escola Superior de Artes Célia Helena e na Escola de Arte Dramática (EAD-USP). Pesquisa a linguagem clownesca há mais de 25 anos. Estudou com Cristiane Paoli-Quito, Philippe Gaulier, Leris Colombaioni, Angela De Castro e outros formadores.Recebeu o Prêmio Shell como melhor atriz em 2010 pelo espetáculo “Casting”, dirigido por Marco Antonio Rodrigues, e o Qualidade Brasil como melhor atriz em comédia em 2014 pelo espetáculo “Assim é se lhe parece”, de L. Pirandello, dirigido por Marco Antonio Pâmio. É doutora em Artes Cênicas pela ECA-USP.

Pós em Dramaturgia: teatro, cinema e televisão – encontro com Braulio Mantovani
23 de fevereiro, das 19h às 21h30

Braulio Mantovani é roteirista formado em Letras pela PUC-SP e tem master em roteiro cinematográfico pela Universidade Autônoma de Madri. Estreou no longa-metragem com “Cidade de Deus”, indicado ao Oscar de Melhor Roteiro Adaptado e vencedor de diversos prêmios no Brasil e no exterior. É autor ou coautor dos roteiros de “O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias”, “Última Parada 174”, “VIPs”, “Tropa de Elite” e “Tropa de Elite 2: o Inimigo Agora É Outro”. Trabalhou nove anos como roteirista na TV Globo. Iniciou sua carreira como ator de teatro amador em 1980 e ainda mantém uma carreira como dramaturgo, principalmente no festival Dramamix, com peças dirigidas por Laís Bodansky, Pedro Granato e Marcelo Lazzaratto.

Pós em Corpo: dança, teatro e performance – encontro com Dani Lima
25 de fevereiro, das 10h às 12h30

Dani Lima, bailarina, coreógrafa, pesquisadora vive e trabalha no Rio de Janeiro. Foi fundadora da Intrépida Trupe, grupo de Novo Circo que integrou por 13 anos. Graduada em Jornalismo, Mestra em Teatro e doutoranda em Literatura, Cultura e Contemporaneidade. Em 1997 criou sua companhia com a qual tem realizado diversos espetáculos, residências e workshops em teatros, instituições artísticas e festivais por todo Brasil e na Europa. Desde 2016 é professora do Curso de Artes Cênicas da PUC.

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Encontros de Dramaturgia – Célia Helena e Temporal Editora https://antigo.celiahelena.com.br/2020/02/10/encontros-de-dramaturgia-celia-helena-e-temporal-editora/ Mon, 10 Feb 2020 18:07:32 +0000 https://www.celiahelena.com.br/?p=8872 O Célia Helena em parceria com a Temporal Editora, convida para o evento "Encontros em Dramaturgia", com feira de livros e aula aberta com Maria Sílvia Betti para a Pós-graduação em Dramaturgia. Participe!

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O Célia Helena, em parceria com a Temporal Editora, convida para o evento “Encontros de Dramaturgia”.

Feira de livros de dramaturgia da Temporal Editora
14 e 15 de fevereiro, sexta-feira e sábado, das 10h às 14h e das 17h às 22h Av. São Gabriel, 462 – Itaim Bibi

A dramaturgia de Oduvaldo Vianna Filho: um Brasil em carne viva
A pós-graduação em dramaturgia do Célia Helena e a Temporal convidam para a aula aberta com a pesquisadora teatral e professora Maria Sílvia Betti, mediada pelo dramaturgo e professor Samir Yazbek. Neste dia também haverá feira de livros da Temporal Editora das 18h às 22h!
18 de fevereiro, terça-feira, das 19h às 22h Av. São Gabriel, 462, Itaim Bibi

 

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Samir Yazbek é indicado ao Prêmio Aplauso Brasil https://antigo.celiahelena.com.br/2019/01/24/o-eterno-retorno-premio/ Thu, 24 Jan 2019 16:17:26 +0000 https://www.celiahelena.com.br/?p=6444 O dramaturgo, diretor, professor e coordenador da pós-graduação em Dramaturgia Samir Yazbek concorre ao Prêmio Aplauso Brasil por sua nova peça, "O eterno retorno".

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Em 2018, Samir Yazbek, dramaturgo, diretor teatral, professor, mestre e coordenador do curso de pós-graduação em Dramaturgia no Célia Helena, comemorou 30 anos de carreira. Em sua homenagem, o Sesc 24 de Maio organizou uma programação especial, que incluiu a apresentação de seu novo trabalho “O eterno retorno”.

Agora, o ano começa trazendo uma ótima notícia: a indicação ao Prêmio Aplauso Brasil na categoria de Melhor Dramaturgia com a peça.

Foto: Lenise Pinheiro

A montagem, com direção de Sérgio Ferrara e elenco formado por Carlos Palma, Gustavo Haddad, Helô Cintra Castilho, Luciano Gatti e Patricia Gasppar, abordou questões que vão desde a cultura teatral até as inquietudes de 30 anos de dramaturgia, encarnadas no personagem do Ator que,  completando três décadas de carreira, percebe-se mais dedicado à TV do que aos palcos, algo inverso ao que idealizou em sua juventude.

O título do espetáculo vem da filosofia de Nietzsche, com uma conotação positiva, de reafirmação da existência. Nas palavras de Samir, a peça buscou problematizar esse sentido, que também é o do ritual teatral, com o eterno retorno das mazelas brasileiras.

A votação para escolha dos vencedores foi encerrada no dia 25 de janeiro. Saiba mais: http://bit.ly/Votacao_AplausoBrasil

 

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Samir Yazbek comemora 30 anos de carreira https://antigo.celiahelena.com.br/2018/11/23/samir-yazbek-comemora-30-anos-de-carreira/ Fri, 23 Nov 2018 20:08:56 +0000 https://www.celiahelena.com.br/?p=6171 O dramaturgo, diretor teatral, ator, professor, mestre e coordenador do curso de pós-graduação em Dramaturgia Samir Yazbek celebra três décadas de carreira com programação especial no Sesc 24 de Maio

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2018 é um marco para Samir Yazbek.

O dramaturgo, diretor teatral, ator, professor, mestre e coordenador do curso de pós-graduação em Dramaturgia na Escola Superior de Artes Célia Helena está celebrando 30 anos de carreira e, em comemoração, leva ao Sesc 24 de Maio uma programação especial durante todo o mês de novembro.

“O eterno retorno” traz a estreia da montagem teatral homônima, além de eventos gratuitos como leitura dramática de cinco textos inéditos, que investigam sua relação com a sociedade, um debate e oficinas de iniciação à dramaturgia.

A peça inédita “O eterno retorno” aborda questões que vão desde à cultura teatral até as inquietudes de três décadas de dramaturgia, todas encarnadas no personagem do Ator que, aos 30 anos de carreira, percebe-se mais dedicado à TV do que aos palcos, algo inverso ao que idealizava em sua juventude.

As leituras dramáticas acontecem ao longo do mês de novembro, contando com reconhecidos nomes no elenco e direção como Lígia Cortez, diretora do Célia Helena, e os professores Marcelo Lazzaratto, Gabriel Miziara, Pedro Granato e Luciana Schwinden.

O bate-papo, que acontecerá no dia 1º de dezembro, às 16h, tem como principal tema “A dramaturgia contemporânea brasileira”, com reflexões de expoentes de distintas gerações. Já as oficinas acontecerão durante todas as sextas-feiras de novembro, até o dia 30, e os participantes serão imersos no universo da dramaturgia teatral em encontros sequenciais, ministrados por Samir Yazbek.

Com uma formação consolidada com o diretor Antunes Filho, no Centro de Pesquisas Teatrais (CPT) do SESC, Samir acumula um rico currículo e é conhecido pela crítica como membro da Geração 90. Peças como O fingidor – que lhe rendeu o Prêmio Shell de melhor autor e figura na lista da Revista Bravo como uma das 60 melhores montagens brasileiras desde sua 1ª edição, em 1998-, As folhas do cedro, A terra prometida – mencionada pelo jornal O Globo entre os dez melhores do ano, O regulamento, A máscara do imperador, A entrevista, O invisível, Diálogo das sombras fazem parte de seu rico e extenso currículo na dramaturgia brasileira.

Saiba mais sobre “O eterno retorno” aqui!

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Carolina Barres, ex-aluna da pós-graduação, estreia peça de sua autoria https://antigo.celiahelena.com.br/2018/10/22/carolina-barres-ex-aluna-da-pos-graduacao-estreia-peca-de-sua-autoria/ Mon, 22 Oct 2018 15:16:16 +0000 https://www.celiahelena.com.br/?p=5926 Carolina Barres está em cartaz com sua obra "Casa Vazia", fruto do trabalho desenvolvido em sua conclusão do curso de pós-graduação em Dramaturgia, sob a orientação do profº. Dr. Marcos Barbosa

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Carolina Barres, nossa ex-aluna da pós-graduação em Dramaturgia, estreou em 5 de outubro a peça Casa Vazia. Em sua trajetória, Carolina cursou Cinema e optou pela pós-graduação em Dramaturgia no Célia Helena para aprofundar seus conhecimentos, o que, segunda ela, fez toda a diferença. Em suas próprias palavras, “a melhor coisa das aulas eram os momentos de compartilhar os textos com a turma e os professores. Ler e acompanhar o trabalho dos colegas de sala e também expor o seu para acompanharem”.

O texto de Casa Vazia é fruto do trabalho desenvolvido em sua conclusão do curso de Dramaturgia, sob a orientação do profº. Dr. Marcos Barbosa: “talvez, além da teoria e do conhecimento dos professores, o que mais aprendi durante a pós foi a importância da troca no trabalho criativo, para que este deixe de ser apenas uma expressão sua e se torne algo mais universal e comunicativo, que é a premissa principal da escrita dramática para mim” relata Carolina.

Aos que tem interesse em cursar a pós em Dramaturgia, Carolina tem um conselho: faça! Para ela, o aprofundamento e a troca são enriquecedores, aos que não são da área mas tem interesse, o curso introduz o assunto aos alunos muito bem.

O espetáculo narra a história de duas mulheres, Ana e Veri, e seu amor em um período de dez anos. A peça se passa em uma casa cheia de memórias, onde o casal convida o público a relembrar seu passado, falar sobre o presente e compartilhar reflexões. Casa Vazia nasceu do desejo de criação de um texto que falasse sobre amor, relações humanas e comunicação e segue em cartaz até 28/10 no teatro Alfredo Mesquita (sextas, sábados e domingos, às 21h). Em novembro, o trabalho estreia no Teatro Augusta todas às sextas-feiras, às 21h.

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Ciclo Dramaturgia em Debate propõe reflexões sobre o tema em três encontros https://antigo.celiahelena.com.br/2018/10/11/dramaturgia-em-debate/ Thu, 11 Oct 2018 23:17:35 +0000 https://www.celiahelena.com.br/?p=5846 Ciclo Dramaturgia em Debate reúne alunos, interessados e convidados para encontros e discussões sobre a dramaturgia contemporânea

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A pós-graduação em Dramaturgia: Teatro, Cinema e Televisão do Célia Helena organizou um ciclo de palestras sobre temas da dramaturgia contemporânea.

Os coordenadores da pós, Marcos Barbosa e Samir Yazbek, planejaram o evento “Dramaturgia em Debate”: uma série de três encontros entre setembro, outubro e novembro aberto a alunos, interessados e convidados. O primeiro encontro, “A permanência do drama”, foi no dia 25 de setembro, com Samir Yazbek.

Os próximos encontros acontecerão em 16 de outubro e 22 de novembro, com os debates acerca da “Dramaturgia e lugares de fala” e “Perspectivas para um teatro engajado”, apresentados por Marcos Barbosa e Samir Yazbek, respectivamente.

Mais do que envolver a escrita de um texto, a Dramaturgia organiza o pensamento para e o planejamento e a criatividade para se expressar. Uma área com característica multidisciplinar que tem atraído interessados de diferentes áreas como artes, jornalismo, publicidade, letras, direito e administração.

Participe dos encontros para se atualizar ou mesmo conhecer um pouco mais sobre o tema!

Os encontros que são gratuitos e com vagas limitadas.

Faça sua inscrição aqui!

Saiba mais sobre a pós-graduação em Dramaturgia: Teatro, Cinema e Televisão clicando aqui.

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