Professor Archives | Escola de Teatro Célia Helena https://celiahelena.com.br/category/professor/ Sat, 01 Jun 2024 23:54:31 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 https://antigo.celiahelena.com.br/wp-content/uploads/2014/10/cropped-favicon-32x32.png Professor Archives | Escola de Teatro Célia Helena https://celiahelena.com.br/category/professor/ 32 32 Manoel Candeias Participa de Residência Artística na Áustria pelo Programa Culture Moves Europe https://antigo.celiahelena.com.br/2024/06/01/manoel-candeias-participa-de-residencia-artistica-na-austria-pelo-programa-culture-moves-europe/ Sat, 01 Jun 2024 22:30:42 +0000 https://celiahelena.com.br/?p=27632 Manoel Candeias, professor da Graduação, foi selecionado para participar do programa Culture Moves Europe, financiado pela União Europeia e pelo Goethe-Institut. Ele realizará uma residência artística de dois meses no Wiener Wortstätten, um centro de dramaturgia em Viena. O centro promove novos autores teatrais através de intercâmbio, publicações, leituras encenadas e montagens de dramaturgia contemporânea.

The post Manoel Candeias Participa de Residência Artística na Áustria pelo Programa Culture Moves Europe appeared first on Escola de Teatro Célia Helena.

]]>

Manoel Candeias Participa de Residência Artística na Áustria pelo Programa Culture Moves Europe

Como ocorreu essa seleção para o programa Culture Moves Europe?

Manoel Candeias: O programa abre chamada para artistas e profissionais da cultura de toda a União Europeia que queiram se candidatar com um projeto de mobilidade para outro país, nas áreas de música, literatura, arquitetura, artes performativas, patrimônio cultural, design, design de moda e artes visuais. Uma comissão contratada por eles avalia as propostas e as que tiverem melhor pontuação recebem o financiamento, oferecido pela União Europeia e pelo Goethe-Institut. Como atualmente tenho residência também em Portugal, pude me candidatar com um projeto de dois meses de trabalho junto a um centro de dramaturgia sediado em Viena, chamado Wiener Wortstätten. Para a minha alegria, o projeto foi aprovado e eu pude realizá-lo.

Poderia nos contar um pouco sobre a importância desse tipo de programa cultural e internacional para os dramaturgos contemporâneos?

Manoel Candeias: Entendo que quaisquer trocas de experiência e reflexões entre artistas são sempre muito importantes, porque ampliam o nosso olhar em diversos aspectos. A mobilidade internacional traz a possibilidade de fazermos isso com pessoas que atuam em contextos culturais diferentes do nosso. Isso é muito rico, tanto em termos estéticos e temáticos, quanto pela reflexão que possibilita sobre a situação do teatro e, nesse caso, mais especificamente da dramaturgia, nos diferentes contextos. O contraste entre os diferentes lugares nos ajuda a entender quem somos, quem é o outro e o que podemos pensar juntos, o que podemos ter de aprendizado dos dois lados, que tipo de ação pode ser adaptada, considerando as diferenças de cada meio, e assim por diante. Penso que seja importante entender qual tem sido o papel da dramaturgia nas diferentes sociedades, avaliar o que poderia ser feito de outra maneira em termos artísticos, em termos de produção, de política cultural, de mediação, para que haja um diálogo com um número maior de pessoas, com outras esferas sociais e assim por diante. Isso traz muitos ganhos para todas as partes e para o teatro, de modo geral. Pessoalmente, toda essa reflexão tem ainda interlocução com as minhas atividades de docência e de orientação de pesquisas no Célia, porque existem questões que atravessam tanto o fazer teatral de diferentes regiões do Brasil quanto de países europeus. É imprescindível considerar as diferenças sócio-histórico-políticas, econômicas e culturais entre os países (e suas regiões), mas mesmo com todas as nuances, o diálogo pode ser muito frutífero, ter respeito e aprendizado de todos os lados. Se a troca me leva a pensamentos que reverberam do lado de cá, o mesmo acontece com artistas internacionais com quem eu entro em contato, porque eu levo contribuições oriundas da experiência de teatro e dramaturgia do contexto brasileiro e, ainda que em menor medida, de Portugal.

Durante esses dois meses, você participou de encontros presenciais do Drama Lab e da Conferência Anual da Sociedade de Dramaturgia, como foram essas conversas?

Manoel Candeias:  O Drama Lab é um programa do Wiener Wortstätten para apoiar o desenvolvimento de novos textos dramatúrgicos. Eles fazem um processo seletivo para chegar a um grupo, em geral de 5 pessoas, que desenvolve um texto durante cerca de nove meses, com financiamento, diversos encontros de tutoria, concluindo-se com leituras encenadas, publicação e com a encenação de uma das peças. Eu participei dos encontros presenciais de tutoria, no qual lemos as peças no estágio em que estavam e fizemos comentários e sugestões sobre os caminhos que as autoras e o autor da edição atual podem seguir na conclusão de seus textos. Foi um processo muito interessante! Por um lado, para conhecer as obras em desenvolvimento, escritas por um grupo de jovens de países diferentes, lidando com temas candentes, muitos deles ligados à diversidade, cada qual à sua maneira. Por outro lado, pude conhecer sobre o modo de trabalho do Wiener Wortstätten, ouvir as opiniões das dramaturgas e do dramaturgo que fazem a tutoria, e até trocar impressões, a partir das diferenças entre as nossas perspectivas, por sermos de realidades diferentes. Para além desse trabalho sobre os textos, a programação de quatro dias inclui idas ao teatro e acaba tendo muitos momentos de conversa livre. É quando as trocas se intensificam e se ampliam para outros temas.

A conferência da Sociedade de Dramaturgia (Dramaturgische Gesellschaft) é muito rica, porque envolve pessoas de diferentes regiões da Alemanha e da Áustria, para além de algumas de outros países, com propostas de trabalho bastante diversas. Existem temas que norteiam a conferência e que acabam sendo expandidos e complementados por outros temas, nas questões levantadas em sessões de perguntas e respostas, nas conversas que acontecem entre as atividades e assim por diante. Então, cria-se um panorama amplo de discussão e um ambiente extremamente favorável à troca de reflexões e de ideias de ação, bem como um estímulo para a troca de contatos, para que a aproximação com pares continue depois de terminados os quatro dias de encontro.

Outro ponto importante é que as pessoas que participam da conferência atuam nas mais diversas funções, como escrita de dramaturgia, produção teatral, direção artística de teatro, direção cênica, responsáveis por editoras que publicam dramaturgia contemporânea, agentes, performers, entre outras. Essa diversidade é muito positiva para que o temas debatidos sejam vistos por diferentes perspectivas do campo das artes da cena e para que dali surjam propostas de ações ou projetos em comum.

Como foi sua experiência? Qual atividade mais te marcou durante essa residência artística?

Manoel Candeias: Foi uma experiência importantíssima, que me trouxe um aprendizado que vai muito além da racionalidade, do intelecto, que já foi enorme. Sinto que quando adentramos uma realidade cultural, aprendemos com todos os sentidos. Com a atmosfera, com os modos de agir e estar das pessoas, com a sonoridade, com o solo… com aspectos que o corpo sente e processa, enfim, não apenas por vias racionais. Tudo isso parece abrir novos canais de percepção da realidade e, por consequência, de criação artística. Eu diria que não houve uma atividade específica a ser destacada, mas o fato de eu encontrar pessoas extremamente dispostas a acolher novos pontos de vista foi marcante. Participei em todos os encontros de modo muito mais integrado do que eu esperava, porque estava como um visitante, que vem de um contexto muito diferente e não seguirá naquela realidade deles. Percebi que as pessoas de fato procuram interlocução nessas situações e encontrei também um interesse muito grande em saber como são as experiências teatrais de Portugal e Brasil, que eu conheço melhor. O interesse pelo que acontece no teatro brasileiro não me surpreende, obviamente, mas o fato de essa troca acontecer naquele contexto bastante específico do fazer teatral dos países de língua alemã foi algo que me marcou de maneira positiva. Penso que isso seria algo a ser destacado, entre tantas coisas, assim como as conversas periódicas que eu tive com o Bernhard Studlar, diretor e um dos fundadores do Wiener Wortstätten. Encontramo-nos muitas vezes entre esses e outros eventos, para debater ideias teatrais ligadas ou não a tais eventos, quase sempre em algum café qualquer, bem à moda tradicional de Viena. Foi uma troca muito rica para nós dois. Seja onde for, penso que seja muito importante que nós, artistas, tenhamos momentos de reflexão conjunta sobre estética, modos de trabalho, sociedade, políticas para a cultura etc.

Poderia contar sobre alguma experiência ou curiosidade que você descobriu/experienciou nesses encontros?

Manoel Candeias: Foram encontros que me abriram muitos horizontes, mas penso que um aspecto especialmente interessante a destacar é o fato de eu ter encontrado lá diversas inquietações semelhantes às que temos na sociedade e no teatro brasileiros, muito presentes inclusive nas minhas aulas na graduação e nas nossas pesquisas do mestrado e de Iniciação Científica. 

O tema principal da conferência da DG (Dramaturgische Gesellschaft) era a relação entre humor e classe, questionando-nos de que modo e quais seriam os eventuais limites para o uso da comicidade como meio para lidar com temáticas relacionadas a classes e grupos sociais, sobretudo os não dominantes. 

Adicionalmente, trazia um debate em torno da separação entre as ideias de “entretenimento” e “teatro sério”, um dilema que aparece muito também no teatro brasileiro, desde o século XIX até hoje, e que estudamos e debatemos nas aulas de História do Teatro Brasileiro, na graduação. 

Penso que seja sempre muito proveitoso poder fazer comparações para identificar o que aproxima e o que separa cada contexto no modo de lidar com questões semelhantes. Isso ajuda a entender as especificidades de cada época e lugar, e a considerar os caminhos a serem seguidos em termos de criação, produção e de ações concretas, pensando no teatro e em sua relação com seu tempo e espaço sócio-histórico-político. 

Outro ponto de conexão importante tem a ver com a busca por uma diversidade, por um reequilíbrio das desigualdades consagradas pela história. A maior parte das peças do Drama Lab, ou em cartaz em Viena, e muitos debates da conferência da DG (Dramaturgische Gesellschaft) procuram trazer à luz pontos de vista que sempre estiveram de alguma maneira à sombra (para usar um termo da Leda Maria Martins), em termos de diversidade de corpos. Foi importante observar como isso tem sido tratado artisticamente nos países de língua alemã, conhecendo, ao mesmo tempo, um pouco melhor sobre a estrutura do teatro feito em tais cenários. É imprescindível compreender as especificidades de cada contexto e relativizar os modos de cada lugar, mas quando o diálogo é interessado de ambos os lados, há, de fato, uma troca, não a sobreposição de uma cultura sobre a outra. Senti uma abertura muito grande, nesse sentido, em todas essas experiências. Isso contribui para um crescimento de ambos os lados da discussão e é fundamental, já que se tratam de questões que visam transformar nossa sociedade aqui e agora e que exigem de nós, portanto, uma revisão e um aprendizado constantes.

Como foi sua experiência? Qual atividade mais te marcou durante essa residência artística?

Manoel Candeias: Foi uma experiência importantíssima, que me trouxe um aprendizado que vai muito além da racionalidade, do intelecto, que já foi enorme. Sinto que quando adentramos uma realidade cultural, aprendemos com todos os sentidos. Com a atmosfera, com os modos de agir e estar das pessoas, com a sonoridade, com o solo… com aspectos que o corpo sente e processa, enfim, não apenas por vias racionais. Tudo isso parece abrir novos canais de percepção da realidade e, por consequência, de criação artística. 

Eu diria que não houve uma atividade específica a ser destacada, mas o fato de eu encontrar pessoas extremamente dispostas a acolher novos pontos de vista foi marcante. Participei em todos os encontros de modo muito mais integrado do que eu esperava, porque estava como um visitante, que vem de um contexto muito diferente e não seguirá naquela realidade deles. Percebi que as pessoas de fato procuram interlocução nessas situações e encontrei também um interesse muito grande em saber como são as experiências teatrais de Portugal e Brasil, que eu conheço melhor.

O interesse pelo que acontece no teatro brasileiro não me surpreende, obviamente, mas o fato de essa troca acontecer naquele contexto bastante específico do fazer teatral dos países de língua alemã foi algo que me marcou de maneira positiva. Penso que isso seria algo a ser destacado, entre tantas coisas, assim como as conversas periódicas que eu tive com o Bernhard Studlar, diretor e um dos fundadores do Wiener Wortstätten. Encontramo-nos muitas vezes entre esses e outros eventos, para debater ideias teatrais ligadas ou não a tais eventos, quase sempre em algum café qualquer, bem à moda tradicional de Viena. 

Foi uma troca muito rica para nós dois. Seja onde for, penso que seja muito importante que nós, artistas, tenhamos momentos de reflexão conjunta sobre estética, modos de trabalho, sociedade, políticas para a cultura etc. ◙ 

The post Manoel Candeias Participa de Residência Artística na Áustria pelo Programa Culture Moves Europe appeared first on Escola de Teatro Célia Helena.

]]>
EM CARTAZ | Morte e Vida Severina https://antigo.celiahelena.com.br/2015/08/24/em-cartaz-morte-e-vida-severina/ Mon, 24 Aug 2015 18:36:00 +0000 http://celiahelena.com.br/em-cartaz-morte-e-vida-severina/ “Morte e Vida Severina” adaptação do clássico de João Cabral de Melo Neto para a cena contemporânea com alunos recém formados no Bacharelado da Escola Superior de Artes Célia Helena, a peça estreia no início de setembro circuito nos teatros municipais. A peça criada como exercício de montagem de conclusão da turma de bacharelado da ESCH, estreia agora profissionalmente com apresentações gratuitas nos […]

The post EM CARTAZ | Morte e Vida Severina appeared first on Escola de Teatro Célia Helena.

]]>

“Morte e Vida Severina” adaptação do clássico de João Cabral de Melo Neto para a cena contemporânea com alunos recém formados no Bacharelado da Escola Superior de Artes Célia Helena, a peça estreia no início de setembro circuito nos teatros municipais.

A peça criada como exercício de montagem de conclusão da turma de bacharelado da ESCH, estreia agora profissionalmente com apresentações gratuitas nos teatros municipais de São Paulo. Premiada com o edital Teatro Contemporâneo da Secretaria da Cultura, o projeto tem direção de Gabriel Miziara e é uma realização do Instituto Raul Cortez e da Escola Superior de Artes Célia Helena. 


Confira abaixo as informações completas da montagem e das apresentações e não perca.

INSTITUTO RAUL CORTEZ E ESCOLA SUPERIOR DE ARTES CÉLIA HELENA APRESENTAM:


MORTE E VIDA SEVERINA
de João Cabral de Melo Neto

DIREÇÃO
Lígia Cortez

DATAS E HORÁRIOS

Teatro FLÁVIO IMPÉRIO (Rua Professor Alves Pedroso, 600 – Cangaíba – SP)
Dias 4, 5 e 6 de Setembro de 2015
Sexta e Sábado ás 20h / Domingo ás 19h

Teatro MARTINS PENNA (Largo do Rosário, 20 – Penha de França – SP)
Dias 3 e 4 de Outubro de 2015
Sábado ás 20h / Domingo ás 19h

Teatro ARTHUR AZEVEDO (Av. Paes de Barros, 955 – Mooca – SP)
Dias 9, 10 e 11 de Outubro de 2015
Sexta e Sábado ás 21h / Domingo ás 19h

Teatro PAULO EIRÓ(Av. Adolfo Pinheiro, 765 – Santo Amaro – SP)
Dias 30 e 31 de Outubro de 2015
Sexta e Sábado ás 21h


(PARA MAIORES DE 12 ANOS)

* ENTRADA FRANCA *

SINOPSE
A montagem revisita um dos mais importantes clássicos da literatura brasileira. “Morte e Vida Severina” de João Cabral de Melo Neto conta, através de versos, a saga de um homem que emigra em busca de uma vida melhor e revela todas as mortes que este homem enfrenta em sua busca heroica. Na montagem somos todos Severinos e lançamos, a partir da obra escrita em 1954, um olhar urbano e contemporâneo sobre a vida, e a morte, que continua Severina.

PREPARAÇÃO CORPORAL
Luaa Gabanini 

PREPARAÇÃO VOCAL
Sônia Goussinsky

FIGURINO E MAQUIAGEM
Atilio Beline Vaz

REALIZAÇÃO
Instituto Raul Cortez
Escola Superior de Artes Célia Helena

PATROCÍNIO
FUNARTE – Ministério da Cultura

PREFEITURA DE SÃO PAULO – Cultura

ELENCO

Ana Carolina Raymundo – Severino
Christiane Monteiro da Silva – Severino
Elisa Telles – Severino
Fernando Ghirardelli – Severino
Gabriel Miziara – Severino
Gabriela Lemos – Severino
Glauco Machado – Severino
Guilherme Barroso – Severino
Isabela Amaral de Moraes – Severino
Julia Francisco – Severino
Julia Fovitzky – Severino
Larissa Siqueira – Severino
Lua Tiomi – Severino
Lucas Perozzi – Severino
Lucas Henrique Santos Park – Severino
Nicole Corritori – Severino
Rafael Sampaio – Severino
Tatiana Polistchuk – Severino
Veronica Mendez – Severino
Yorran Furtado – Severino

Confira o evento no facebook: https://www.facebook.com/events/1010944885624407/

E reportagens sobre a peça  no Bom Dia São Paulo na Globo e no G1.

The post EM CARTAZ | Morte e Vida Severina appeared first on Escola de Teatro Célia Helena.

]]>
EM CARTAZ | Reestreia a peça “L’Illustre Moliére” no SESI, com os professores Paulo Marcos e Guilherme Sant’Anna https://antigo.celiahelena.com.br/2015/08/13/em-cartaz-reestreia-a-peca-lillustre-moliere-no-sesi-com-os-professores-paulo-marcos-e-guilherme-santanna/ Thu, 13 Aug 2015 20:45:00 +0000 http://celiahelena.com.br/em-cartaz-reestreia-a-peca-lillustre-moliere-no-sesi-com-os-professores-paulo-marcos-e-guilherme-santanna/ L’illustre Molière aborda os momentos marcantes da vida e obra do grande dramaturgo francês de efervescência e criatividade, conduzindo o público para um cenário que recria a atmosfera do Teatro Ilustre, onde o artista e sua companhia trabalharam. A montagem recebeu o Prêmio Shell 2012 nas categorias Figurino, Ator e Música.  A Companhia D’Alma é composta por atores que buscam […]

The post EM CARTAZ | Reestreia a peça “L’Illustre Moliére” no SESI, com os professores Paulo Marcos e Guilherme Sant’Anna appeared first on Escola de Teatro Célia Helena.

]]>


L’illustre Molière aborda os momentos marcantes da vida e obra do grande dramaturgo francês de efervescência e criatividade, conduzindo o público para um cenário que recria a atmosfera do Teatro Ilustre, onde o artista e sua companhia trabalharam. A montagem recebeu o Prêmio Shell 2012 nas categorias Figurino, Ator e Música.  A Companhia D’Alma é composta por atores que buscam aprofundar a pesquisa sobre as origens do teatro cômico.  

Confira reportagem de 2012 do Programa Metrópolis na TV Cultura sobre o espetáculo.

Não deixe de ler na terceira edição da Revista Olhares, uma publicação da Escola Superior de Artes Célia Helena, o artigo do ator e professor do Célia, Guilherme Sant’Anna (Prêmio Shell 2012) sobre sua experiência na construção de Molière e um depoimento da diretora Sandra Corveloni sobre a peça. O ator Paulo Marcos, que está no elenco e é coordenador-adjunto da ESCH, também assina um artigo sobre a formação do ator no Brasil.

L’Illustre Molière
Autoria de Jean Baptiste – Poquelin Molière 
Direção de Sandra Corveloni
Teatro do SESI-SP | 456 lugares
av. Paulista, 1.313 
de 15 de agosto a 13 de setembro 
de quinta a sábado, às 20h30 
domingos, às 19h30 
Gratuito

Elenco: Guilherme Sant’Anna (professor do Célia Helena), Paulo Marcos (coordenador na ESCH), Angela Fernandes, Paulo Bordhin, Lara Hassum, Mateus Monteiro, Amanda Acosta

The post EM CARTAZ | Reestreia a peça “L’Illustre Moliére” no SESI, com os professores Paulo Marcos e Guilherme Sant’Anna appeared first on Escola de Teatro Célia Helena.

]]>
EM CARTAZ | Com os professores do Célia Helena Dagoberto Feliz e Chico Carvalho no elenco “A Tempestade” de Shakespeare estreia dia 21. https://antigo.celiahelena.com.br/2015/08/10/em-cartaz-com-os-professores-do-celia-helena-dagoberto-feliz-e-chico-carvalho-no-elenco-a-tempestade-de-shakespeare-estreia-dia-21/ Mon, 10 Aug 2015 22:52:00 +0000 http://celiahelena.com.br/em-cartaz-com-os-professores-do-celia-helena-dagoberto-feliz-e-chico-carvalho-no-elenco-a-tempestade-de-shakespeare-estreia-dia-21/ Como parte da programação comemorativa dos 50 anos do Tuca, estreia dia 21 de agosto no Teatro Tucarena A Tempestade, quinta direção de Gabriel Villela para uma peça de Shakespeare, depois de Romeu e Julieta (com o Grupo Galpão), Sonho de Uma Noite de Verão (com a Cia de Dança Palácio das Artes de BH), Macbeth (com Marcello Antony e Claudio Fontana) e Sua Incelença Ricardo III (com o grupo Clowns de […]

The post EM CARTAZ | Com os professores do Célia Helena Dagoberto Feliz e Chico Carvalho no elenco “A Tempestade” de Shakespeare estreia dia 21. appeared first on Escola de Teatro Célia Helena.

]]>
Como parte da programação comemorativa dos 50 anos do Tuca, estreia dia 21 de agosto no Teatro Tucarena A Tempestade, quinta direção de Gabriel Villela para uma peça de Shakespeare, depois de Romeu e Julieta (com o Grupo Galpão), Sonho de Uma Noite de Verão (com a Cia de Dança Palácio das Artes de BH), Macbeth (com Marcello Antony e Claudio Fontana) e Sua Incelença Ricardo III (com o grupo Clowns de Shakespeare).
Para montar o último texto do consagrado autor inglês, Gabriel reuniu 11 atores, dos quais 9 ele já havia trabalhado em outros projetos. O elenco é composto por Celso Frateschi (Próspero), Helio Cicero (Caliban), Chico Carvalho (Ariel), Letícia Medella(Miranda) e Romis FerreiraDagoberto FelizMarcos FurlanRogerio RomeraLeonardo Ventura, Felipe Brum e Rodrigo Audi.
Para muitos estudiosos, A Tempestade foi a peça em que o autor homenageou suas próprias criações anteriores e onde se despede da dramaturgia, já prevendo sua morte, que aconteceu cinco anos depois, em 1616.
A voz dos atores é instrumento de extrema importância para o teatro de Gabriel Villela, seja ela falada ou cantada. O diretor escalou para trabalhar a espacialização da voz do elenco a italiana Francesca Della Monica, uma importante e frequente parceira artística de seus trabalhos mais recentes.  Antropóloga da voz, pesquisadora de voz da Universidade de Brera, em Milão, Itália, foi também responsável pela pedagogia na Fondazione Pontedera. A preparação vocal e a partitura dos textos coube a outra antiga parceira de Gabriel Villela: a fonoaudióloga e preparadora vocal mineira Babaya, que já fez 28 espetáculos com o diretor, enquanto os arranjos instrumentais e vocais foram elaborados por Marco França, músico e ator do grupo Clowns de Shakespeareque junto com Babaya, assina a direção musical e ainda com o suporte artístico e pedagógico do musicista e ator Dagoberto Feliz.
A música tocada e cantada ao vivo pelos atores é um elemento fundamental nesta montagem. Para compor o repertório da peça foram selecionadas canções populares brasileiras de domínio público cujo tema fosse universo das águas doces do Brasil e salgadas do Oceano Atlântico, com novos arranjos para ambientar a atmosfera onírica do espetáculo. “Buscamos uma delicadeza nas canções, a ideia do Marco de juntar violino, violão, flauta e acordeon foi pensada para esse fim. Mesmo quando a música vem com força, trata-se de uma força delicada“, comenta Babaya.
Os figurinos em tons de areia e terrosos e com inúmeras camadas de bordados, aplicações e sobreposições são de Gabriel Villela e José Rosa, com bordados de Giovanna Villela.
A cenografia de Gabriel Villela e Márcio Vinicius foi pensada para o formato de arena. O cenário aponta um grande círculo que envolve toda a encenação, remetendo à Ilha onde Próspero e sua filha Miranda vivem. Dentro deste círculo, potes de cerâmica, uma cama repleta de objetos míticos e de magia utilizados por Próspero, mesas, objetos que remetem a um navio naufragado, instrumentos musicais e outros símbolos teatrais preenchem a cena e tomam diferentes significados conforme a história acontece.
A iluminação é de Wagner Freire, os adereços e objetos de cena foram confeccionados por Shicó do Mamulengo e a direção de movimentos é do preparador corporal Ricardo Rizzo.
Completam a equipe criativa os diretores assistentes Ivan Andrade e Cacá Toledo que já acompanharam Gabriel em muitos outros espetáculos. “Ivan e Cacá são peças definitivas, eles atuam e afetam a estética deste trabalho“, ressalta o diretor.
O espetáculo conta com o patrocínio da AB Concessões, Sul America e 2S Inovações Tecnológicas através da Lei Federal de Incentivo à Cultura do Ministerio da Cultura
Arqueologia da encenação
Neste espetáculo, o diretor faz referências a alguns dos seus trabalhos anteriores, como uma citação a uma cena da sua versão de Romeu e Julieta com o Grupo Galpão, no momento em que os personagens Ferdinando e Miranda se encontram. O galho de árvore utilizado como o cajado mágico de Próspero, assim como o galho que simboliza uma cobra, vieram do fundo das águas da represa de Carmo do Rio Claro, terra natal de Gabriel Villela. Algumas canções escolhidas para a peça já estavam há anos na cabeça do encenador para esta montagem. Elas fazem parte de uma pesquisa musical feita por Babaya no CD Velho Chico. Potes de cerâmica achados em antiquários são utilizados para uma reprodução da voz humana na acústica grega. Esta é uma forma de aquecimento de voz utilizada por Babaya em muitas peças do diretor (com baldes plásticos), mas somente desta vez essa técnica entra em cena através dos potes.  
A TEMPESTADEWilliam Shakespeare
Dir: Gabriel Vilela
21 de agosto a 22 de novembro
Sextas às 21h30, Sábado às 21h00 e Domingo às 19h00
A partir de 12 anos
Local
TUCARENA – Teatro da PUC-SP (Entrada pela Rua Bartira)
Rua Monte Alegre, 1024 – Perdizes – São Paulo – SP
Ingressos: Sextas R$50 / Sábados e Domingos R$70 – (Desconto de 50% para Estudantes, Maiores de 60 anos e Aposentados. Preço especial PUC-SP R$ 10,00 / Para estudantes, professores e funcionários da PUC sob comprovação – número de ingressos limitado a 10% da lotação do teatro). Acesso para pessoas com deficiência.
Elenco:
Celso Frateschi (Próspero), Helio Cicero (Caliban), Chico Carvalho (Ariel -professor do Célia), Letícia Medella (Miranda) e Romis Ferreira, Dagoberto Feliz (professor do Célia), Marcos Furlan, Rogerio Romera, Leonardo Ventura, Felipe Brum e Rodrigo Audi.

The post EM CARTAZ | Com os professores do Célia Helena Dagoberto Feliz e Chico Carvalho no elenco “A Tempestade” de Shakespeare estreia dia 21. appeared first on Escola de Teatro Célia Helena.

]]>
EM CARTAZ | “Avental Todo Sujo de Ovo” de Marcos Barbosa https://antigo.celiahelena.com.br/2015/08/07/em-cartaz-avental-todo-sujo-de-ovo-de-marcos-barbosa/ Fri, 07 Aug 2015 16:19:00 +0000 http://celiahelena.com.br/em-cartaz-avental-todo-sujo-de-ovo-de-marcos-barbosa/ A peça “Avental Todo Sujo de Ovo” de Marcos Barbosa, coordenador da pós-graduação em Roteiro e Dramaturgia da ESCHhttp://www.celiahelena.com.br/esch/dramaturgia.html, esta com duas montagens com apresentações na cidade.   O Circo-Teatro Guaraciaba apresenta no Galpão do Folias dias 11 e 12 de agosto a peça com direção de Dagoberto Feliz. Professor aqui no Célia Helena, Dagoberto assina também a direção de mais dois espetáculos […]

The post EM CARTAZ | “Avental Todo Sujo de Ovo” de Marcos Barbosa appeared first on Escola de Teatro Célia Helena.

]]>

A peça “Avental Todo Sujo de Ovo” de Marcos Barbosa, coordenador da pós-graduação em Roteiro e Dramaturgia da ESCHhttp://www.celiahelena.com.br/esch/dramaturgia.html, esta com duas montagens com apresentações na cidade.  
O Circo-Teatro Guaraciaba apresenta no Galpão do Folias dias 11 e 12 de agosto a peça com direção de Dagoberto Feliz. Professor aqui no Célia Helena, Dagoberto assina também a direção de mais dois espetáculos em cartaz na cidade: “Hamlet ao Molho Picante” no Teatro Alfredo Mesquita e “Single Singers Bar”, em cartaz no Teatro Jaraguá. Dagoberto está também no elenco de “A Tempestade” de Shakespeare que estreia dia 21/8 no Tucarena.
Outra montagem do texto de Marcos Barbosa, desta vez com direção de Jânio Tavares poderá ser conferida no Sesc Belenzinho. 
A montagem do Grupo Ninho de Teatro estreou em abril de 2009 e fará apenas duas apresentações dias 25 e 26/08. 
A peça narra a aflição do casal Alzira e Antero que não vê seu filho Moacir há quase vinte anos. Porém, o mesmo reaparece de maneira surpreendente despertando dilemas atuais. Vale lembrar ainda outra montagem da peça que ficou em cartaz na cidade em 2013 (foto ao lado). Nesta versão a peça trazia direção do ex-aluno Bruno Guida e no elenco Dagoberto Feliz, Bete Dorgam (também professora do Célia Helena), Lilian Blanc e Roberto Arduim.


Abaixo o serviço das duas peças:

Avental Todo Sujo De Ovo 
de Marcos Barbosa 
com Circo-Teatro Guaraciaba
Direção: Dagoberto Feliz
11 e 12 de agosto, terça e quarta-feira, às 21h
Gratuito
no GALPÃO DO FOLIAS – Rua Ana Cintra, 213 – Santa Cecília. São Paulo, SP.



Avental Todo Sujo De Ovo 
de Marcos Barbosa 
com Grupo Ninho de Teatro
Direção: Jânio Tavares
25 e 26 de agosto,terça e quarta-feira, às 21h
R$ 20,00
no SESC Belenzinho – Rua Padre Adelino, 1.000 – Belenzinho . São Paulo, SP.

The post EM CARTAZ | “Avental Todo Sujo de Ovo” de Marcos Barbosa appeared first on Escola de Teatro Célia Helena.

]]>
EM CARTAZ | “Hamlet ao molho picante” com direção de Dagoberto Feliz, com os ex-alunos Melany Kern, Gabriel Hirschhorn e Cacau Merz https://antigo.celiahelena.com.br/2015/08/07/em-cartaz-hamlet-ao-molho-picante-com-direcao-de-dagoberto-feliz-com-os-ex-alunos-melany-kern-gabriel-hirschhorn-e-cacau-merz/ Fri, 07 Aug 2015 15:36:00 +0000 http://celiahelena.com.br/em-cartaz-hamlet-ao-molho-picante-com-direcao-de-dagoberto-feliz-com-os-ex-alunos-melany-kern-gabriel-hirschhorn-e-cacau-merz/ Com direção de Dagoberto Feliz, Hamlet ao Molho Picante estreou no ano passado. A peça volta em cartaz para temporada popular no Teatro Alfredo Mesquita, dia 31 de julho. Do autor italiano Aldo Nicolaj, o espetáculo tem elenco de peso: Rosi Campos, Paulo de Pontes,Luciana Paes, Cleber Tolini, Pedro Brandi, Walter Cereja, Melany Kern, Gabriel Hirschhorn (criador e roteirista da série ‘Contos do Edgar’) e Cacau Merz. Os três últimos são ex-alunos aqui do […]

The post EM CARTAZ | “Hamlet ao molho picante” com direção de Dagoberto Feliz, com os ex-alunos Melany Kern, Gabriel Hirschhorn e Cacau Merz appeared first on Escola de Teatro Célia Helena.

]]>

Com direção de Dagoberto FelizHamlet ao Molho Picante estreou no ano passado. A peça volta em cartaz para temporada popular no Teatro Alfredo Mesquita, dia 31 de julho.
Do autor italiano Aldo Nicolaj, o espetáculo tem elenco de peso: Rosi CamposPaulo de Pontes,Luciana PaesCleber ToliniPedro BrandiWalter CerejaMelany Kern, Gabriel Hirschhorn (criador e roteirista da série ‘Contos do Edgar’) e Cacau Merz. Os três últimos são ex-alunos aqui do Célia Helena.

Além de “Hamlet ao Molho Picante”, Dagoberto assina a direção de “Single Singers Bar”, em cartaz no Teatro Jaraguá, e de “Avental Todo Sujo de Ovo”, texto de Marcos Barbosa (coordenador da pós-graduação em Roteiro e Dramaturgia da ESCH) com o Circo-Teatro Guaraciaba. Dagoberto está também no elenco de “A Tempestade” de Shakespeare, com direção de Gabriel Villela que estreia dia 21/8 no Tucarena.


Hamlet ao Molho Picante
Autor: Aldo Nicolaj
Direção: Dagoberto Feliz
Hamlet ao Molho Picante, da Cia. Paródia
R$10 (inteira) e R$5 (meia-entrada)
Teatro Alfredo Mesquita
Santana – Norte
São Paulo
(11) 2221-3657
Estação Carandiru (Metrô – Linha 1 Azul)
de 31/07 a 06/09
sexta e sábado as 21h e domingo 19h


Elenco:
Rosi Campos – Personagem: Cathy – mulher do cozinheiro
Luciana Paes – Personagem: A Rainha – mãe do Hamlet
Paulo de Pontes – Personagem: Froggy – o cozinheiro
Cleber Tolini – Personagem: Breck – ajudante de cozinha
Melany Kern – Personagem: Inge
Pedro Brandi – Personagem: Hamlet
Walter Cereja –Personagens: Horácio / Grunter – ajudante de cozinha
Thiago Bugallo – Personagens: Laerte / Elios
Cacau Merz – Personagens: Ofélia / stand in
Tradução: Claúdia Borioni
Diretor de Produção: Emerson Mostacco
Cenários: José de Anchieta
Figurinos: Fabio Namatame
Luz: Wagner Freire
Trilha Sonora: Miguel Briamonte


SINOPSE:
Espetáculo faz uma releitura do clássico de Shakespeare e abusa da acidez para criar uma divertida comédia de erros espiada e revivida na cheirosa atmosfera da cozinha de Elsinore. Para quem conhece o texto de Shakespeare, é um reencontro dos jogos do Maestro reelaborados e reinventados, para quem nunca leu, é navegar entre as águas de uma história divertida e cativante.

The post EM CARTAZ | “Hamlet ao molho picante” com direção de Dagoberto Feliz, com os ex-alunos Melany Kern, Gabriel Hirschhorn e Cacau Merz appeared first on Escola de Teatro Célia Helena.

]]>
EM CARTAZ | “Single Singers Bar” https://antigo.celiahelena.com.br/2015/08/07/em-cartaz-single-singers-bar/ Fri, 07 Aug 2015 15:08:00 +0000 http://celiahelena.com.br/em-cartaz-single-singers-bar/ The post EM CARTAZ | “Single Singers Bar” appeared first on Escola de Teatro Célia Helena.

]]>


A peça que estreeou em 2002 no Galpão do Folias ganha nova montagem, também com direção de Dagoberto Feliz, professor do Célia Helena, e está em cartaz no Teatro Jaraguá até 29 de outubro. No elenco muitos ex-aluno e professores do Célia Helena como Cacau Merz, Bruno Guida e Fernando Nitsch. Confira abaixo trecho sobre o espetáculo publicado na estreia da monatagem em 2002, no Estadão.

Single Singer Bar, espetáculo que tem direção e roteiro de Dagoberto Feliz, é definido pela trupe como um show músicoteatral. No repertório, 22 canções, a maioria delas pinçada de musicais como Chicago, Company e Cabaret. Todas as músicas são interpretadas nas suas versões em português. Carlos Rennó assina as versões de Who Wants to Be a Millionaire e Let´s do It, Let
´s Fall in Love, de Cole Porter. São de Cláudio Botelho uma das assinaturas do musical Company as versões de By Strauss e Lorelei, de Ira e George Gershwin. Dagoberto assina Money e Money. 

O diretor não criou um texto para intercalar os números musicais. “Todas as canções escolhidas foram feitas para o teatro e, portanto, nasceram teatrais. A gente aproveita isso”, afirma Dagoberto. No palco, apenas um piano e oito atores. “A gente não criou um roteiro no sentido de contar uma historinha. O que fazemos é aproveitar a teatralidade implícita nas canções. Tomamos como ponto de partida o fato de todas as músicas falarem de pessoas solitárias, daí o título.”


Assim, o tema da solidão dá o tom do espetáculo. “São seres solitários que povoam os cabarés, seja o solitário do bar, da sala de casa ou até o solitário de uma relação amorosa. O tom é desse humor meio triste e cruel.”


Leia Mais:http://cultura.estadao.com.br/noticias/geral,single-singer-bar-canta-a-solidao,20020314p5179
Assine o Estadão All Digital + Impresso todos os dias
Siga @Estadao no Twitter

Single Singers Bar
Musical, 75 minutos, 12 anos.
Direção: Dagoberto Feliz
com os atores Lilian Blanc, Silmara Deon, Luciana Carnieli, Fernando Nitsch, Daniel Morozetti, Helder Mariani, Katia Naiane, Cacau Merz, Bruno Guida e o pianista Demian Pinto, além da atriz convidada Lucinha Lins. 

Local: Teatro Jaraguá (Centro)
Data: até 29 de Outubro; Quarta e quinta, às 21h
Preço: R$ 50,00
Teatro Jaraguá (266 lugares)
Rua Martins Fontes, 71 (Centro)
Telefone: 3255-4380 2802-7075

 Sinopse: A apresentação tem como estética o Cabaré, um bar decadente, o “glamour” do mau gosto, as belas pernas das moças, a sedução dos rapazes, o brilho envelhecido pelo tempo, a chance de mostrar talento, as falsas promessas faraônicas de estrelato, a desilusão, a competição artística e por fim… a solidão. Com um pianista, oito atores em cena, um roteiro de músicas mundialmente conhecidas, com um repertório que conta com compositores como Kander & Ebb, Gershwin, Cole Porter Kurt Weill.

The post EM CARTAZ | “Single Singers Bar” appeared first on Escola de Teatro Célia Helena.

]]>
EM CARTAZ | “Memórias Impressas” concepção e narrativa de Claudia Schapira com as professoras Luaa Gabanini e Lucienne Guedes no elenco. https://antigo.celiahelena.com.br/2015/08/07/em-cartaz-memorias-impressas-concepcao-e-narrativa-de-claudia-schapira-com-as-professoras-luaa-gabanini-e-lucienne-guedes-no-elenco/ Fri, 07 Aug 2015 14:50:00 +0000 http://celiahelena.com.br/em-cartaz-memorias-impressas-concepcao-e-narrativa-de-claudia-schapira-com-as-professoras-luaa-gabanini-e-lucienne-guedes-no-elenco/ O conceito de memória e toda sua subjetividade é o mote de “Memórias Impressas”, peça assinada e dirigida por Claudia Shapira que dá aulas aqui no Célia Helena. Com ingressos gratuitos, A montagem encerra a 1ª Mostra de Dramaturgia em Pequenos Formatos Cênicos do Centro Cultural São Paulo e fica em cartaz até 23 de agosto. O espetáculo é uma […]

The post EM CARTAZ | “Memórias Impressas” concepção e narrativa de Claudia Schapira com as professoras Luaa Gabanini e Lucienne Guedes no elenco. appeared first on Escola de Teatro Célia Helena.

]]>

O conceito de memória e toda sua subjetividade é o mote de “Memórias Impressas”, peça assinada e dirigida por Claudia Shapira que dá aulas aqui no Célia Helena. Com ingressos gratuitos, A montagem encerra a 1ª Mostra de Dramaturgia em Pequenos Formatos Cênicos do Centro Cultural São Paulo e fica em cartaz até 23 de agosto.

O espetáculo é uma produção do Núcleo Bartolomeu de Depoimentos e promove um passeio por três instalações: cada uma ilustrando um ambiente diferente composto por uma projeção. A dramaturgia se forma a partir do encontro de quatro atrizes, explorando algumas questões do feminino. Intercalando os ambientes e centralizado em relação aos três espaços, é apresentado um set musical com DJ e microfones para que as atrizes possam contracenar com a música em determinados momentos. No elenco, atrizes Fernanda D’Umbra, Sandra Lessa, Luaa Gabanini e Luciene Guedes (as duas últimas também professoras aqui no Célia Helena).
– A ideia é que as atrizes criem imagens próprias sobre os temas. Vale lembrar que elas apenas sabem que o tema geral é o universo feminino, mas não exatamente o contexto. Sugeri que elas estudassem poemas, danças, músicas sobre mulheres e suas dores, mulheres sofridas, com segredos e maculadas – explica Schapira em entrevista para o site da Globo Teatro.

Uma geografia evocando alguém em algum lugar, onde os objetos e a palavra são o outro, convidando à contracena. O espetáculo é feito de diversas instalações, que funcionam como fragmentos de uma narrativa a ser totalizada por quem assiste.

Memórias Impressas
de 31/7 a 23/8
sextas e sábados, às 21h
domingos, às 20h
no CCSP (Rua Vergueiro, 1000 – Paraíso, São Paulo – SP)

narrativa dramática – concepção geral: Claudia Schapira e Bianca Turner – texto e direção: Claudia Schapira – direção musical/DJ: Eugenio Lima – atrizes-Mcs: Fernanda D’Umbra, Luaa Gabanini, Lucienne Guedes e Sandra Lessa

70min – 12 anos – Anexo da Sala Adoniran Barbosa (60 lugares)
grátis – a bilheteria será aberta uma hora antes do início do espetáculo – os ingressos não estarão disponíveis pela internet – cada pessoa poderá retirar até 2 ingressos grátis

The post EM CARTAZ | “Memórias Impressas” concepção e narrativa de Claudia Schapira com as professoras Luaa Gabanini e Lucienne Guedes no elenco. appeared first on Escola de Teatro Célia Helena.

]]>
EM CARTAZ | “Palhaços” com Dagoberto Feliz e Danilo Grangheia https://antigo.celiahelena.com.br/2015/08/06/em-cartaz-palhacos-com-dagoberto-feliz-e-danilo-grangheia/ Thu, 06 Aug 2015 23:36:00 +0000 http://celiahelena.com.br/em-cartaz-palhacos-com-dagoberto-feliz-e-danilo-grangheia/ Há 10 anos, estreou a peça “Palhaços” com Dagoberto Feliz,  professor do Célia Helena, e Danilo Grangheia. Sucesso de público e crítica a peça volta para duas apresentações comemorativas.  Confira abaixo crítica do jornalista Rodrigo Monteiro na íntegra.“O mais sublime na montagem de “Palhaços”, do dramaturgo brasileiro Timochenko Wehbi (1943 – 1986), é a sensação de jogo impressa pelo diretor Gabriel Carmona […]

The post EM CARTAZ | “Palhaços” com Dagoberto Feliz e Danilo Grangheia appeared first on Escola de Teatro Célia Helena.

]]>

Há 10 anos, estreou a peça “Palhaços” com Dagoberto Feliz,  professor do Célia Helena, e Danilo Grangheia. Sucesso de público e crítica a peça volta para duas apresentações comemorativas.  Confira abaixo crítica do jornalista Rodrigo Monteiro na íntegra.

O mais sublime na montagem de “Palhaços”, do dramaturgo brasileiro Timochenko Wehbi (1943 – 1986), é a sensação de jogo impressa pelo diretor Gabriel Carmona na contracena realizada pelos atores Danilo Grangheia e Dagoberto Feliz. A todo o momento, vemos que um dos personagens parece dominar a cena quando um pequeno gesto do outro retira-lhe a atenção e consequentemente o poder. Fisgado por essa relação, cada vez mais equidistante, paralela e sempre mais próxima, o público avança em fruição rumo ao desfecho que acontece (?) de forma sublime. Uma peça “de ator”, o espetáculo é um grande desafio para os intérpretes que, nesse caso, vencem e, por isso, nos presenteiam. O projeto estreou há 8 anos, em São Paulo, e têm enchido o Teatro Poerinha. É preciso organizar-se para não perder antes que saia de cartaz.


O comerciante Benvindo invade o camarim do circo após a última apresentação. Ele vem cumprimentar o Palhaço Careta, de quem é fã. Na conversa, as histórias de um e de outro vêm à tona, exibindo as distâncias e as proximidades existentes entre os dois homens, ambos metáfora dos homens que lhes assistem na plateia. Toda a cena se dá dentro desse camarim, antessala para o palco ou para o picadeiro que é o mundo na bela dramaturgia de Wehbi. 

É verdade que não há muito o que se esperar do personagem de Careta (Dagoberto Feliz), pois o personagem de Palhaço faz parte do imaginário popular. O ator, com excelência, porém surpreende, porque, em suas quebras, oferece um outro tipo de ironia que não é simplesmente cômica ou ingênua, mas conscientemente ácida. Neste texto, o desafio maior está na composição do personagem de Benvindo: ele precisa ser páreo para a figura carismática do palhaço. Na montagem dirigida por Carmona, Grangheia está excelente. 

Danilo Grangheia exibe um trabalho de interpretação que é honradamente comparável ao de Cacá Carvalho, sobretudo no que diz respeito ao riquíssimo uso da voz. A voz é um signo que se torna teatral através de vários elementos, cuja (boa) exploração é infelizmente rara. Há diversos níveis tonais entre grave e agudo, volumes entre o grito e o sussurro, entonações entre fortes e fracas, ritmos entre rápido e pausado, constante ou não-linear. E há também os silêncios e as pequenas pausas. Grangheia usa (e abusa) de todos esses usos, articulando com louvor todos eles a outros elementos expressivos faciais e corporais. Seus olhares são circulares (as pupilas de seus olhos giram, fugindo e marcando um sentido que o espectador (atento) há de ler), seu rosto está dirigido em diagonal para baixo, seus ombros estão voltados para dentro e caídos e suas mãos são postas uma sobre a a outra. Em alguns momentos, Benvindo se abre para uma possibilidade proposta por Careta, mas, em seguida, vem a retração novamente. Esse jogo de vai e vem marca a fisicamente a presença do personagem que o intérprete dá a ver. A excelência do trabalho de Grangheia faz vir à superfície uma figura obscura que, posta ao lado do colorido do palhaço, estabelece um embate de igual para igual. E é essa equivalência que garante a emoção do jogo. 

Não menos excelente que cada bom uso das múltimas possibilidades dos elementos relacionados apenas à voz em cena, estão os usos do cenário (Flávio Tolezani), do figurino (Daniel Infantini), da trilha e da iluminação (Erike Buzoni). Em conjunto, um a um, vão fazendo a sua parte na construção de um todo que é uniforme, mas não redundante. Assim, ‘Palhaços ‘oferece vários níveis de fruição e consequentemente lugares de respiro que propiciem a reflexão para o que está se está vendo. Das ranhuras aos objetos de cena ao colorido das lâmpadas, da gravata larga à música de abertura, o todo se manifesta com potência em cada parte, explicando o sucesso de oito anos dessa montagem que orgulha o teatro nacional. 

Em todos os aspectos, ‘Palhaços’ é uma aula. Para nós, não atores ou pessoas não envolvidas com o fazer teatral, é sobretudo uma lição sobre nós mesmos. “
PALHAÇOS
De Timochenko Wehbi.
Direção: Gabriel Carmona
com Dagoberto Feliz e Danilo Grangheia
apresentações em comemoração aos 10 anos da estreia da peça.
apenas dias 15(sábado) às 21h e 16 (domingo) às 19h
no GALPÃO DO FOLIAS – Rua Ana Cintra, 213 – Santa Cecília. São Paulo, SP.

Duração: 70 minutos
Recomendação: 14 anos

The post EM CARTAZ | “Palhaços” com Dagoberto Feliz e Danilo Grangheia appeared first on Escola de Teatro Célia Helena.

]]>
APCA | Conheça artistas do Célia Helena que aparecem na pré-seleção de indicados deste ano. https://antigo.celiahelena.com.br/2015/07/07/apca-conheca-artistas-do-celia-helena-que-aparecem-na-pre-selecao-de-indicados-deste-ano/ Tue, 07 Jul 2015 14:58:00 +0000 http://celiahelena.com.br/apca-conheca-artistas-do-celia-helena-que-aparecem-na-pre-selecao-de-indicados-deste-ano/ Os críticos de teatro da APCA (Associação Paulista de Críticos de Artes) fizeram uma pré-seleção dos indicados do primeiro semestre, em reunião informal, na noite de segunda-feira (6). A eleição da entidade só acontece no final do ano, mas devido ao volume de produção teatral na cidade, a comissão de teatro da APCA se reúne ao fim de cada semestre para […]

The post APCA | Conheça artistas do Célia Helena que aparecem na pré-seleção de indicados deste ano. appeared first on Escola de Teatro Célia Helena.

]]>

Os críticos de teatro da APCA (Associação Paulista de Críticos de Artes) fizeram uma pré-seleção dos indicados do primeiro semestre, em reunião informal, na noite de segunda-feira (6). A eleição da entidade só acontece no final do ano, mas devido ao volume de produção teatral na cidade, a comissão de teatro da APCA se reúne ao fim de cada semestre para escolher pré-selecionados.

Entre os ex-alunos do Célia Helena que aparecem na lista estão Fabio Assunção(“Dias de vinho e rosas”) e Rodrigo Spina (“Aqui estamos com milhares de cães vindos do mar“), ambos indicados na categoria melhor direção.


“Aqui estamos com milhares de cães vindos do mar” do grupo Os Barulhentos foi também indicado como melhor espetáculo. Além de Rodrigo Spina na direção, o elenco  , o elenco é formado por ex-alunos do Célia HelenaCadu Cardoso, Clara Rocha, Domitila Gonzalez, Gustavo Pompiani, Lia MariaLucas HoritaLucas ParanhosMarina CampanattiMurilo ZibettiPedro Camilo.



Também na categoria de melhor espetáculo foi indicada a peça “Consertando Frank“. Com direção de Marco Antonio Pâmio, o espetáculo traz no elenco o ator Chico Carvalho, professor no Célia Helena.

The post APCA | Conheça artistas do Célia Helena que aparecem na pré-seleção de indicados deste ano. appeared first on Escola de Teatro Célia Helena.

]]>